Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PSTU

Prof. Edgard

Edgard Fernandes Neto · nasceu em 1953

Prof. Edgard se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSTU−0,93← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSTU2006PSTU2008PSTU← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSTU.

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPSTU200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Santo André (SP)
    PSTU 50· esquerda
    Na chapa de Ricardo Alvarez
    chapa não eleita7.495 votos da chapa, 2,0%
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PSTU 16016· esquerda· na urna, Edgard Fernandes
    suplente1.615 votos; 767º mais votado de 1.520 no estado
  3. 2004
    Prefeito · Santo André (SP)
    PSTU 16· esquerda· na urna, Edgar
    não eleito1.074 votos, 0,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Prof. Edgard teve 1.615 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 767º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 94 cidades. São Paulo deu 36,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,1%.

1.615 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.615 votos.
  1. São Paulo (SP)591 votos36,6%
  2. Guarulhos (SP)166 votos10,3%
  3. Santo André (SP)162 votos10%
  4. Diadema (SP)112 votos6,9%
  5. São Bernardo do Campo (SP)91 votos5,6%
  6. Outras 79 cidades240 votos14,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Prof. Edgard declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · São Paulo · PSTU · suplente

De onde veio

R$ 20,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pstu-SpR$ 16,3 mil80,9%
  2. Próprio bolsoR$ 2.56012,7%
  3. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.3056,5%

Para onde foi

R$ 20,2 mil
O maior gasto foi com escritório: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 3.72918,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Campos Machado, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 12,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.