Edevaldo Goncalves
Edevaldo Tavares Gonçalves · nasceu em 1979
Edevaldo Goncalves se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PDT (2012), MDB (2016–2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Vereador · Ponta de Pedras (PA)MDB 15000· centro-direita· na urna, Edevaldo Gonçalveseleito436 votos
- 2016Vereador · Ponta de Pedras (PA)MDB 15123· centro-direita· na urna, Edevaldo Gonçalvessuplente536 votos
- 2012Vereador · Ponta de Pedras (PA)PDT 12300· centro-esquerda· na urna, Edevaldo Edevaldo Gonçalveseleito694 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Edevaldo Goncalves declarou R$ 339,1 mil em bens, em reais de hoje: 51 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 295,6 mil acima da inflação.
Declarou 51 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2024.
- Edevaldo GoncalvesR$ 339,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 110,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Edevaldo Goncalves declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Ponta de Pedras (PA) · PT · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores Diretorio Regional Do ParaR$ 1.13959,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 54728,7%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Wagner De Castro Tavares PrefeitoR$ 21911,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ponta de Pedras (PA), 2024
Mediana da disputa: R$ 89,8 por voto. Quem venceu, Charles Shan, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.172; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lucitania Santos SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 14 votosR$ 1.172
- Heraldo Dos Correios PC do BR$ 11 mil · 31 votosR$ 353
- Professora Angelina PSDBR$ 5,5 mil · 29 votosR$ 189
- Soraya Lana PC do BR$ 18 mil · 109 votosR$ 167
- Raimunda Do Lavrado PSDBR$ 5,5 mil · 42 votosR$ 130
- Elda MDBR$ 17 mil · 147 votosR$ 115
- Raimunda Grande PSDBR$ 12 mil · 134 votosR$ 89,8
- Neide Ferreira PTR$ 9,8 mil · 176 votosR$ 55,5
- Johnny Silveira PSDBR$ 7,4 mil · 252 votosR$ 29,5
- Cantora Miguelita Ribeiro PSDBR$ 5,5 mil · 414 votosR$ 13,2
- Charles Shan PTR$ 5,9 mil · 462 votosR$ 12,8
- Pastora Cléia UNIÃOR$ 6,3 mil · 544 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2024, vereador: 350 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 344 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.