Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Edeval Papa Pão

Edeval Lourenço de Castro · nasceu em 1962

Edeval Papa Pão se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2008), PDT (2012).

VereadorPartidoPTBPDT200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio, representante comercial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PDT 12012· centro-esquerda
    suplente232 votos
  2. 2008
    PTB 14014· centro-direita· na urna, Edeval Papa-Pão
    suplente239 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Edeval Papa Pão declarou R$ 93,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 93,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.600 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.

  • Edeval Papa PãoR$ 93,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 93,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Edeval Papa Pão declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Rio Verde de Mato Grosso (MS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 13,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil.
  1. PartidoR$ 9.79973,4%
  2. EmpresasR$ 1.36510,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1.0988,2%
  4. PessoasR$ 1.0838,1%

Para onde foi

R$ 13,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil.
  1. TransporteR$ 6.36047,7%
  2. PessoalR$ 4.77635,8%
  3. Material impressoR$ 2.20916,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Verde de Mato Grosso (MS), 2012

Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Flavio Brito, gastou R$ 59,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.658; o mais barato, R$ 59,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.