Eder
Eder Vilari Figueredo · nasceu em 1981
Eder se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Eder declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- EderR$ 40,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Eder declarou ao TSE R$ 751 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 669.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Catiguá (SP) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 65998,4%
- EscritórioR$ 111,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Catiguá (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Mizinho, gastou R$ 3,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 3,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Floriano REPUBLICANOSR$ 1 mil · 10 votosR$ 104
- Faete PTR$ 1 mil · 15 votosR$ 69,6
- Elio Busnardo CIDADANIAR$ 6,5 mil · 168 votosR$ 39
- Midoli PRPR$ 1,7 mil · 69 votosR$ 24,1
- Marcelo PTR$ 1 mil · 51 votosR$ 20,5
- Suely Zanqueta REPUBLICANOSR$ 1 mil · 51 votosR$ 20,5
- Creo CIDADANIAR$ 2,4 mil · 226 votosR$ 10,5
- Jose Menegon PPR$ 1,1 mil · 113 votosR$ 9,48
- Paulinho Veiga PSDBR$ 1,7 mil · 273 votosR$ 6,37
- Macuco CIDADANIAR$ 2,1 mil · 340 votosR$ 6,31
- Valmir Trovo PRPR$ 2,1 mil · 401 votosR$ 5,28
- Mizinho PSBR$ 1 mil · 289 votosR$ 3,62
Votos por real
- 2008, vereador: 193 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 443 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.