Apuração
Deputado estadual · 2026 · PSD

Dyego Pereira

Dyego Pereira Lima · nasceu em 1985

Dyego Pereira se candidatou em 5 eleições, de 2016 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016REPUBLICANOS2020REPUBLICANOS2022PATRIOTA2024PDT2026PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: REPUBLICANOS (2016–2020), PATRIOTA (2022), PDT (2024), PSD (2026).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoREPUBLICANOSPATRIOTAPDTPSD201620182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 41 anos, superior completo, economista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Tocantins
    PSD 55000· centro-direita
    suplente121 votos; 143º mais votado de 194 no estado
  2. 2024
    PDT 12500· centro-esquerda
    suplente
  3. 2022
    Deputado federal · Tocantins
    PATRIOTA 5177· direita
    não eleito229 votos; 115º mais votado de 145 no estado
  4. 2020
    REPUBLICANOS 10· direita
    não eleito224 votos, 1,0%
  5. 2016
    REPUBLICANOS 10000· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Dyego Pereira teve 121 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 194 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Paraíso do Tocantins deu 34,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,1%.

121 votos
votos para deputado estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 121 votos.
  1. Paraíso do Tocantins (TO)42 votos34,7%
  2. Palmas (TO)13 votos10,7%
  3. Araguaína (TO)9 votos7,4%
  4. Pium (TO)8 votos6,6%
  5. Porto Nacional (TO)5 votos4,1%
  6. Outras 18 cidades18 votos14,9%
As outras 1 eleições para deputado
229 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 229 votos.
  1. Paraíso do Tocantins (TO)136 votos59,4%
  2. Pium (TO)23 votos10%
  3. Palmas (TO)16 votos7%
  4. Chapada de Areia (TO)7 votos3,1%
  5. Tocantinópolis (TO)6 votos2,6%
  6. Outras 10 cidades10 votos4,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Dyego Pereira declarou R$ 55,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 9.406, já descontada a inflação.

Em 2026, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 55,2 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2024.

  • Dyego PereiraR$ 55,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 99,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 55,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Dyego Pereira declarou ao TSE R$ 159 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 84 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Tocantins · PSD · suplente

De onde veio

R$ 25,9 mil
91% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2026 Julio Manoel Da Silva Neto Vice-GovernadorR$ 23,5 mil90,7%
  2. Próprio bolsoR$ 2.4029,3%

Para onde foi

R$ 25,9 mil
O maior gasto foi com serviços: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Grafica Real Express LtdaR$ 4.34016,8%
  2. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 2.4009,3%
  3. EscritórioR$ 2< 0,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2026

Mediana da disputa: R$ 33,7 por voto. Quem venceu, Vilmar, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.909; o mais barato, R$ 10,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado estadual: 4,7 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2022, deputado federal: 4,3 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 7,9 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.