Apuração
Vereador · 2016 · PP

Duti

Ditmar Holzschuh · nasceu em 1967

Duti disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Paraíso do Sul (RS)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11555· direita
    suplente189 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Duti declarou R$ 702,7 mil em bens, em reais de hoje: 9,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 702,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 432.500 na declaração)

Declarou 9,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • DutiR$ 702,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 702,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 24,2 HectaresR$ 276,2 mil
    Terra nua
  2. 3,75 HectaresR$ 162,5 mil
    Terra nua
  3. Uma casaR$ 81,2 mil
    Casa
  4. Um ford fiesta sedan ano 2013R$ 63,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Tres estufasR$ 48,7 mil
    Benfeitorias
  6. Um trator massey ferguson 55 ano 1975R$ 38,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Dois galpõesR$ 32,5 mil
    Galpão

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Duti declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Paraíso do Sul (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 2.714
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.714
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.714.
  1. TransporteR$ 1.45753,7%
  2. Material impressoR$ 86832%
  3. ServiçosR$ 32411,9%
  4. EscritórioR$ 652,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Paraíso do Sul (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 23,3 por voto. Quem venceu, Ciro, gastou R$ 9,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,6; o mais barato, R$ 9,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Neusa PDTR$ 2,7 mil · 34 votosR$ 80,6
  • Hardi PSDBR$ 5,5 mil · 107 votosR$ 51,5
  • Venicio Do Taxi PDTR$ 3,8 mil · 102 votosR$ 37,7
  • Luciane PDTR$ 3,2 mil · 88 votosR$ 36,3
  • Martin PPR$ 5,7 mil · 178 votosR$ 32,2
  • Eliseu PPR$ 8,8 mil · 286 votosR$ 30,9
  • Breno PPR$ 6,4 mil · 275 votosR$ 23,3
  • Osmar Dias MDBR$ 4,4 mil · 221 votosR$ 19,9
  • Patricia Parreira MDBR$ 4,6 mil · 278 votosR$ 16,7
  • Florindo Gomes MDBR$ 2,7 mil · 199 votosR$ 13,7
  • Tiago Schunemann PDTR$ 3,7 mil · 278 votosR$ 13,4
  • Ciro PPR$ 3 mil · 308 votosR$ 9,75

Votos por real

  • 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.