Durval de Carvalho
Durval Aparecido Ferreira de Carvalho · nasceu em 1959
Durval de Carvalho se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · São PauloPT 1358· centro-esquerdasuplente51.130 votos; 99º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Durval de Carvalho teve 51.130 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 284 cidades. Campinas deu 59,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Durval de Carvalho declarou ao TSE R$ 740 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 634 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Campinas (SP) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 103,7 mil97,5%
- EmpresasR$ 2.6062,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 76,3 mil71,8%
- ServiçosR$ 12 mil11,3%
- TransporteR$ 10,6 mil9,9%
- EventosR$ 4.4504,2%
- EscritórioR$ 2.9712,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Campinas (SP), 2004
Mediana da disputa: R$ 84,6 por voto. Quem venceu, Luis Yabiku, gastou R$ 24,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 24,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kiko Da Unicamp PC do BR$ 212 mil · 1.162 votosR$ 183
- Carlinhos Artioli PC do BR$ 260 mil · 1.995 votosR$ 130
- Arnaldo Salvetti MDBR$ 147 mil · 1.300 votosR$ 113
- Marquinho PTBR$ 279 mil · 2.477 votosR$ 113
- Eliel De Lima PDTR$ 200 mil · 1.823 votosR$ 110
- Carlos Signorelli PTR$ 296 mil · 3.491 votosR$ 84,8
- Benassi PC do BR$ 272 mil · 3.218 votosR$ 84,6
- Maria José Cunha PTR$ 190 mil · 2.685 votosR$ 70,8
- Tadeu Marcos PSDBR$ 212 mil · 3.727 votosR$ 56,9
- Artur Orsi PSDBR$ 257 mil · 6.225 votosR$ 41,3
- Rafa Zimbaldi PTBR$ 302 mil · 11.209 votosR$ 26,9
- Luis Yabiku PSDBR$ 166 mil · 6.710 votosR$ 24,8
Votos por real
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 81 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.