Dulce Barboza
nasceu em 1960
Dulce Barboza se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PODE (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, dona de casa, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dulce Barboza declarou R$ 5.393 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dulce BarbozaR$ 5.393
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dulce Barboza declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Pedro de Toledo (SP) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.69860%
- Material impressoR$ 1.13240%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pedro de Toledo (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 104 por voto. Quem venceu, Ségio Dindin, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 885; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Expedito PLR$ 3,5 mil · 4 votosR$ 885
- André Luiz PLR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 272
- Wilson Pirulito PLR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 235
- Ana Bikiarov PODER$ 7,1 mil · 31 votosR$ 228
- Luiz Do Morro Branco PLR$ 4,2 mil · 19 votosR$ 224
- Cleitinho Vava PLR$ 4,2 mil · 23 votosR$ 185
- Ailton Eletricista PLR$ 3,5 mil · 34 votosR$ 104
- Jadson Da Vivo PLR$ 3,5 mil · 36 votosR$ 98,1
- Dj Gel PTBR$ 3,3 mil · 89 votosR$ 36,7
- Josué Da Agricultura PSBR$ 3 mil · 87 votosR$ 34,2
- Rafa Do Pesqueiro PSBR$ 4,4 mil · 139 votosR$ 32
- Ségio Dindin PLR$ 4,2 mil · 246 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2020, vereadora: 9,2 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 73 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.