Dudão
Edualdo Serafim · nasceu em 1975
Dudão se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dudão declarou R$ 154,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 108,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- DudãoR$ 154,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dudão declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Timbé do Sul (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.88856,4%
- Próprio bolsoR$ 1.45743,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.51875,3%
- Material impressoR$ 80023,9%
- EscritórioR$ 280,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbé do Sul (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Vilmar/Belinha, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 800; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marica Brolese PPR$ 4,8 mil · 6 votosR$ 800
- Eloi PSDR$ 6,1 mil · 25 votosR$ 244
- Mari PPR$ 7,5 mil · 34 votosR$ 220
- Anderson PSDR$ 4,9 mil · 25 votosR$ 197
- Adriana Turossi Alessio PPR$ 4,8 mil · 136 votosR$ 35,6
- Bruno PPR$ 5,1 mil · 181 votosR$ 28,3
- Robson PPR$ 5,2 mil · 198 votosR$ 26,2
- Luiz Manoel PSDBR$ 5,6 mil · 233 votosR$ 23,9
- Pipa PSDBR$ 5,2 mil · 222 votosR$ 23,4
- Déia PSDR$ 5,3 mil · 228 votosR$ 23,4
- Nado PPR$ 6 mil · 342 votosR$ 17,6
- Vilmar/Belinha PPR$ 5,5 mil · 440 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.