Duda de Bionor
Jose Venancio dos Santos · nasceu em 1953
Duda de Bionor se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PSB (2004), PC do B (2008–2012), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Duda de Bionor declarou R$ 107,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 81,3 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Duda de Bionor declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,7 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Pão de Açúcar (AL) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.18582,9%
- ServiçosR$ 65617,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pão de Açúcar (AL), 2024
Mediana da disputa: R$ 130 por voto. Quem venceu, Dyego Correia, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.311; o mais barato, R$ 8,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Everson PLR$ 16 mil · 12 votosR$ 1.311
- Cida Barbosa PLR$ 12 mil · 12 votosR$ 1.021
- Samuel Samuca PLR$ 13 mil · 14 votosR$ 949
- Definho De Fernandinho PLR$ 16 mil · 22 votosR$ 715
- Neca PLR$ 15 mil · 36 votosR$ 428
- Professora Sitrania PTR$ 11 mil · 80 votosR$ 137
- Clayton Rocha PLR$ 11 mil · 85 votosR$ 130
- Ana Deise MDBR$ 19 mil · 667 votosR$ 29,2
- João Batista Jb MDBR$ 22 mil · 757 votosR$ 28,4
- Tereza Brito MDBR$ 18 mil · 947 votosR$ 18,8
- Cabo Véio PSBR$ 7,2 mil · 509 votosR$ 14,2
- Dyego Correia PSBR$ 9,5 mil · 1.183 votosR$ 8,07
Votos por real
- 2024, vereador: 62 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 169 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.