Apuração
Deputada estadual · 2010 · PSDB

Dra Ruth Rosendo

Ruth Rosendo Costa Macedo Santos · nasceu em 1966

Dra Ruth Rosendo disputou uma eleição, em 2010, para deputada estadual (Sergipe), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSDB2010
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 44 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputada estadual · Sergipe
    PSDB 45110· centro-direita
    suplente621 votos; 70º mais votada de 126 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Dra Ruth Rosendo teve 621 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 70º lugar entre 126 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Aracaju deu 46,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.

621 votos
votos para deputada estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 621 votos.
  1. Aracaju (SE)288 votos46,4%
  2. Riachão do Dantas (SE)173 votos27,9%
  3. Lagarto (SE)38 votos6,1%
  4. São Cristóvão (SE)37 votos6%
  5. Nossa Senhora do Socorro (SE)11 votos1,8%
  6. Outras 15 cidades19 votos3,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Dra Ruth Rosendo declarou R$ 26,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 26,2 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.604 na declaração)

Declarou 19% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Sergipe em 2010.

  • Dra Ruth RosendoR$ 26,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 134,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 26,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Ourocap multi chanceR$ 21,1 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Icatu hartfordR$ 3.590
    Título de clube e assemelhado
  3. Conta corrente BBR$ 1.444
    Caderneta de poupança
  4. Ouro BBR$ 119
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Dra Ruth Rosendo declarou ao TSE R$ 8 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputada estadual · Sergipe · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 7.950
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.950
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Sergipe, 2010

Mediana da disputa: R$ 16,1 por voto. Quem venceu, Jeferson Andrade, gastou R$ 6,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,5; o mais barato, R$ 6,71.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputada estadual: 78 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.