Dra. Rosely
Rosely Maria Bessa e Souza · nasceu em 1960
Dra. Rosely disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Bebedouro (SP)), pelo PSDB: não eleita.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dra. Rosely declarou R$ 674,1 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dra. RoselyR$ 674,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dra. Rosely declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereadora · Bebedouro (SP) · PSDB · não eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.86454,2%
- EmpresasR$ 3.59633,3%
- Outros candidatosR$ 1.35212,5%
Para onde foi
- OutrosR$ 6.28758,2%
- Material impressoR$ 4.02937,3%
- EscritórioR$ 4774,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bebedouro (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 37,2 por voto. Quem venceu, Paulo Bianchini, gastou R$ 25,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 177; o mais barato, R$ 25,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lúcia Orpham PTR$ 19 mil · 110 votosR$ 177
- Sita PSBR$ 29 mil · 173 votosR$ 169
- Lucia Porto PSBR$ 14 mil · 159 votosR$ 89,9
- Paulo Pereira DEMR$ 33 mil · 436 votosR$ 75,5
- Sonia Junqueira DEMR$ 15 mil · 246 votosR$ 60,5
- Freitas PTR$ 24 mil · 447 votosR$ 54,3
- Channell PDTR$ 46 mil · 1.240 votosR$ 37,2
- Celso Romero DEMR$ 17 mil · 477 votosR$ 35,4
- Carlinhos Pica Pau PVR$ 25 mil · 728 votosR$ 33,7
- Renato Ennes - Bicudo PVR$ 15 mil · 515 votosR$ 29,5
- Sebastiana Camargo DEMR$ 34 mil · 1.201 votosR$ 28
- Paulo Bianchini AGIRR$ 28 mil · 1.090 votosR$ 25,9
Votos por real
- 2008, vereadora: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.