Apuração
Deputada federal · 2010 · PCB

Ana Campos

Ana Lucia Campos · nasceu em 1965

Ana Campos se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2010, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCB−0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2010PCB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2008), PCB (2010).

Dep. federalPrefeitaPartidoPVPCB20082010
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 45 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputada federal · São Paulo
    PCB 2131· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Prefeita · Peruíbe (SP)
    PV 43· centro-esquerda· na urna, Dra. Ana Campos
    não eleita2.557 votos, 7,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Ana Campos declarou R$ 19,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 19,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.387 na declaração)

Declarou 5% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.

  • Ana CamposR$ 19,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 19,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Campos declarou ao TSE R$ 148 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeita: R$ 146 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputada federal · São Paulo · PCB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.307
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.307
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputada federal, São Paulo, 2010

Mediana da disputa: R$ 49,4 por voto. Quem venceu, Gabriel Chalita, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 244; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeita: 17 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.