Apuração
Prefeito · 2004 · PDT

Dr.silmar

Silmar Lupes · nasceu em 1972

Dr.silmar disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Nova Cantu (PR)), pelo PDT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPDT2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 32 anos, superior completo, odontologo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Nova Cantu (PR)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.355 votos, 26,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Dr.silmar declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Nova Cantu (PR) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 43 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 43 mil.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 39 mil90,6%
  2. Próprio bolsoR$ 4.0409,4%

Para onde foi

R$ 43 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 43 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 13,9 mil32,2%
  2. EventosR$ 6.51615,2%
  3. OutrosR$ 1.3293,1%
  4. EscritórioR$ 680,2%

Votos por real

  • 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.