Romeu Jacobina
Romeu Jacobina de Figueirredo · nasceu em 1957
Romeu Jacobina se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), DC (2006), DEM (2008), PL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · PernambucoDC 27225· direita· na urna, Romeusuplente10.148 votos; 110º mais votado de 452 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Romeu Jacobina teve 10.148 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 452 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Ribeirão deu 79,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Romeu Jacobina declarou R$ 642 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 39,7 mil acima da inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2012.
- Romeu JacobinaR$ 642 mil
- Mediana dos candidatosR$ 268,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 367,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Em candeias jaboatão dos guararapes -PER$ 263 milApartamento
- 1 Caminhão mercedes benz modelo L1618 ano 2001R$ 153,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma área rual medindo 9 e meio 100M2 no município de…R$ 76,7 milTerra nua
- 1 Caminhão merces benz modelo 1113 ano 1975R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1 Ciena fire elx ano 2010R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Loteamento uchôa 12X30 mtsR$ 21,9 milTerreno
- 1 Palio fire ano 2003R$ 17,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Romeu Jacobina declarou ao TSE R$ 545 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 367 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Ribeirão (PE) · PL · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 84,4 mil23%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Ribeirão (PE), 2012
Romeu Jacobina: R$ 31,2 por voto (mediana da disputa, R$ 33,3). O voto mais caro custou R$ 44,6; o mais barato, R$ 31,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof. Márton PCBR$ 14 mil · 306 votosR$ 44,6
- Marcello Maranhao PTBR$ 355 mil · 10.642 votosR$ 33,3
- Romeu Jacobina PLR$ 366 mil · 11.721 votosR$ 31,2
Votos por real
- 2012, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 249 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 73 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.