Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PSDB

Dr Rogério

Paulo Rogerio Oliveira Mota · nasceu em 1961

Dr Rogério se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, superior completo, odontólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSDB 45· centro-direita
    Na chapa de Totonho
    chapa não eleita1.937 votos da chapa, 46,1%
  2. 2008
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Dr. Rogerio
    suplente148 votos
  3. 2004
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Dr. Rogerio
    eleito189 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr Rogério declarou R$ 166,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 27,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 166,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 76.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 166,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr Rogério declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Santa Rita de Jacutinga (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 1.232
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.232
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.232.
  1. Material impressoR$ 1.09889,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 13410,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita de Jacutinga (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 16,2 por voto. Quem venceu, Adriano, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 219; o mais barato, R$ 12,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.