Dr Ricardo Manne
Ricardo Manne · nasceu em 1954
Dr Ricardo Manne se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PSD (2012–2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dr Ricardo Manne declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 74 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 331 mil acima da inflação.
Declarou 74 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Dr Ricardo ManneR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- xp investimentosR$ 646,4 milAções
- xp investimentoR$ 361,5 milAções
- xp investimentoR$ 356,6 milAções
- i/m benz c 180 2011/2012 prataR$ 114,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- casa sitio a rua rio brancoR$ 61,5 milCasa rural
- BradescoR$ 23,9 milConta corrente no país
- Banco do BrasilR$ 12,8 milConta corrente no país
- DolarR$ 8.570Moeda estrangeira em espécie
- CEFR$ 4.238Conta corrente no país
- CEFR$ 136Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Ricardo Manne declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Poços de Caldas (MG) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.20380,2%
- ServiçosR$ 1.41515,8%
- TransporteR$ 3403,8%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Poços de Caldas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 51,8 por voto. Quem venceu, Douglas Dofu, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 624; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zilda Fonseca REPUBLICANOSR$ 21 mil · 34 votosR$ 624
- Rita REPUBLICANOSR$ 22 mil · 36 votosR$ 599
- Adriana REPUBLICANOSR$ 28 mil · 73 votosR$ 387
- Adriana Nosso Lar REPUBLICANOSR$ 21 mil · 124 votosR$ 171
- Fabiana Matos REPUBLICANOSR$ 21 mil · 164 votosR$ 129
- Alvaro Cagnani PSDBR$ 38 mil · 713 votosR$ 53
- Vanessa Miguel NOVOR$ 23 mil · 446 votosR$ 51,8
- Dr Amauri REPUBLICANOSR$ 25 mil · 481 votosR$ 51
- Pedrinho Da Zona Sul REPUBLICANOSR$ 26 mil · 532 votosR$ 49,6
- Paulo Tadeu PTR$ 22 mil · 484 votosR$ 45
- Dra Regina Cioffi PPR$ 27 mil · 812 votosR$ 32,7
- Douglas Dofu DEMR$ 27 mil · 1.044 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2020, vereador: 69 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.