Dr Remegildo
Remegildo Gava Milanez · nasceu em 1962
Dr Remegildo se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2014, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2014: 52 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20141º suplente de senador · Espírito SantoPDT 131· centro-esquerdaNa chapa de João Coserchapa não eleita338.810 votos da chapa
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPDT 12700· centro-esquerda· na urna, Dr.remegildosuplente13.467 votos; 39º mais votado de 354 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dr Remegildo teve 13.467 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 39º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Serra deu 33,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Dr Remegildo declarou ao TSE R$ 186 mil em receitas, em reais de hoje.
2006 · Deputado estadual · Espírito Santo · PDT · suplente
De onde veio
- Pessoas26 pessoas, não nomeadasR$ 16,3 mil8,8%
- PartidoR$ 4.9982,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.3731,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Espírito Santo, 2006
Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Ferraço, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Graciano Espindula PSDBR$ 1,3 milhão · 9.362 votosR$ 142
- Elcio Alvares DEMR$ 1,3 milhão · 19.450 votosR$ 67,4
- Marcelo Coelho PSDBR$ 762 mil · 14.344 votosR$ 53,1
- Luzia Toledo PTBR$ 1,1 milhão · 21.598 votosR$ 50,5
- Alexandre Passos PTR$ 460 mil · 9.772 votosR$ 47,1
- Freitas PANR$ 561 mil · 12.838 votosR$ 43,7
- José Carlos Lyrio Rocha PSDBR$ 366 mil · 8.966 votosR$ 40,9
- Givaldo PTR$ 572 mil · 15.365 votosR$ 37,2
- Sérgio Borges MDBR$ 544 mil · 14.727 votosR$ 37
- Euclerio Sampaio PDTR$ 683 mil · 19.486 votosR$ 35
- Beib Devens PDTR$ 463 mil · 13.666 votosR$ 33,8
- Délio Iglesias MOBILIZAR$ 440 mil · 13.876 votosR$ 31,7
- Claudio Thiago PLR$ 410 mil · 13.030 votosR$ 31,5
- Glauber Coelho PLR$ 370 mil · 11.785 votosR$ 31,4
- Sargento Valter PSBR$ 459 mil · 14.989 votosR$ 30,6
- Atayde Armani DEMR$ 426 mil · 14.424 votosR$ 29,5
- Luciano Pereira PSBR$ 569 mil · 20.233 votosR$ 28,1
- Janete De Sá PSBR$ 539 mil · 21.077 votosR$ 25,6
- Aparecida Denadai PDTR$ 524 mil · 21.065 votosR$ 24,9
- Paulo Roberto MOBILIZAR$ 366 mil · 15.024 votosR$ 24,3
- César Colnago PSDBR$ 1,1 milhão · 48.122 votosR$ 23,5
- Jose Esmeraldo PDTR$ 379 mil · 16.714 votosR$ 22,7
- Marcelo Santos PTBR$ 522 mil · 23.190 votosR$ 22,5
- Vandinho PLR$ 443 mil · 20.593 votosR$ 21,5
- Rodrigo Chamoun PSBR$ 376 mil · 17.709 votosR$ 21,2
- Carlos Casteglione PTR$ 470 mil · 22.284 votosR$ 21,1
- Reginaldo Almeida PSCR$ 586 mil · 28.633 votosR$ 20,5
- Paulo Foletto PSBR$ 404 mil · 33.094 votosR$ 12,2
- Guerino Zanon MDBR$ 681 mil · 65.704 votosR$ 10,4
- Ferraço PTBR$ 622 mil · 60.931 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2006, deputado estadual: 72 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.