Dr. Quirino
Nelson Querino de Souza · nasceu em 1951
Dr. Quirino se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2002), MDB (2004–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · Santa CatarinaPSDB 4515· centro-direita· na urna, Dr Quirinonão eleito29.661 votos; 34º mais votado de 120 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dr. Quirino teve 29.661 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 34º lugar entre 120 candidatos.
Recebeu votos em 138 cidades. Joinville deu 89,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Quirino declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Dr. QuirinoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr. Quirino declarou ao TSE R$ 195 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 167 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Joinville (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 8.22530,3%
- Próprio bolsoR$ 8.03229,6%
- PessoasR$ 7.96329,3%
- Outros candidatosR$ 2.91310,7%
Para onde foi
- OutrosR$ 17,8 mil67,9%
- Material impressoR$ 8.32731,8%
- EscritórioR$ 880,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Joinville (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 47,3 por voto. Quem venceu, Mauricio Peixer, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 258; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Thomazi PPR$ 484 mil · 1.874 votosR$ 258
- Ademir Machado MDBR$ 215 mil · 2.139 votosR$ 101
- Bini PSDBR$ 207 mil · 2.412 votosR$ 85,8
- José Cardozinho CIDADANIAR$ 214 mil · 2.575 votosR$ 83
- Lauro Kalfels PSDBR$ 278 mil · 4.240 votosR$ 65,7
- Jucelio Girardi MDBR$ 194 mil · 3.888 votosR$ 50
- Professor Cristo DEMR$ 243 mil · 5.133 votosR$ 47,3
- Valverde DEMR$ 169 mil · 3.615 votosR$ 46,8
- Tânia Eberhardt MDBR$ 190 mil · 4.086 votosR$ 46,4
- Marquinhos PTR$ 215 mil · 5.135 votosR$ 41,9
- Odir Nunes DEMR$ 166 mil · 4.664 votosR$ 35,5
- Mauricio Peixer PSDBR$ 149 mil · 5.368 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2008, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 356 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 177 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.