Apuração
Vereador · 2012 · CIDADANIA

Dr. Paulo

Paulo Roberto Melo Leal · nasceu em 1943

Dr. Paulo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008CIDADANIA2012CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo CIDADANIA.

VereadorPartidoCIDADANIA200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 68 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    CIDADANIA 23423· centro
    não eleito
  2. 2008
    CIDADANIA 23423· centro
    eleito735 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr. Paulo declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 702.923 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.

  • Dr. PauloR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 22 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Em florianopolisR$ 547,8 mil
    Apartamento
  2. Casa de alvenaria 420 M3R$ 310,9 mil
    Casa
  3. Banco do brasilR$ 188,3 mil
    Caderneta de poupança
  4. Mitsubishi - pajero TR4 flex 4X4 ano 2009R$ 160 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Em mãosR$ 87,7 mil
    Dinheiro em espécie
  6. Cooperativa do trabalho médicoR$ 80 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  7. Consorcio uniãoR$ 51,4 mil
    Consórcio não contemplado
  8. Area 1025 M2 sito rua benjamin constantR$ 28,5 mil
    Terreno
  9. BradescoR$ 20,8 mil
    Conta corrente no país
  10. UnimedR$ 18 mil
    Outras participações societárias
  11. Ouro cap - banco do brasilR$ 10,4 mil
    Fundo de Investimento Imobiliário
  12. Capitaliz~ção banco itauR$ 9.010
    Fundo de Investimento Imobiliário
  13. OurocapR$ 7.748
    Fundo de Investimento Imobiliário
  14. Banco itauR$ 5.743
    Caderneta de poupança
  15. Ouro cap premioR$ 3.727
    Fundo de Investimento Imobiliário
  16. Besc ag. 5281-5 c/c 3481-9R$ 2.910
    Conta corrente no país
  17. BB renda fixaR$ 2.417
    Outras aplicações
  18. BB bescR$ 2.417
    Fundo de Investimento Imobiliário
  19. Banco itauR$ 1.582
    Fundo de Investimento Imobiliário
  20. Banco do brasilR$ 679
    Ações
  21. BradescoR$ 410
    Caderneta de poupança
  22. BradescoR$ 9
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Paulo declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · São Francisco do Sul (SC) · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 8.084
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.084.
  1. Próprio bolsoR$ 7.58193,8%
  2. PartidoR$ 5036,2%

Para onde foi

R$ 8.084
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, São Francisco do Sul (SC), 2012

Mediana da disputa: R$ 68,6 por voto. Quem venceu, Clovis Matias, gastou R$ 37,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 24,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Eliane Do Pt PTR$ 33 mil · 145 votosR$ 231
  • Junior Souza MDBR$ 21 mil · 106 votosR$ 197
  • Rose Dos Balnearios PTR$ 36 mil · 203 votosR$ 175
  • Monteiro PTR$ 21 mil · 132 votosR$ 160
  • Chris ( Manão) MDBR$ 100 mil · 766 votosR$ 131
  • Lucia Helena PTR$ 17 mil · 201 votosR$ 83,3
  • Vilson Coruja CIDADANIAR$ 37 mil · 536 votosR$ 68,6
  • Duca PDTR$ 35 mil · 555 votosR$ 62,8
  • Jackson Portella MDBR$ 39 mil · 638 votosR$ 60,9
  • João Pismel CIDADANIAR$ 26 mil · 454 votosR$ 58,3
  • Clovis Matias PSDBR$ 29 mil · 780 votosR$ 37,7
  • Ismael Da Pesca PSDR$ 19 mil · 767 votosR$ 24,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.