Apuração
Vereador · 2008 · PV

Dr Oscar

Oscar Pedro Lencine · nasceu em 1945

Dr Oscar disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mongaguá (SP)), pelo PV: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 63 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mongaguá (SP)
    PV 43000· centro-esquerda
    suplente429 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr Oscar declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 407.744 na declaração)

Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Dr OscarR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Casa assobradadaR$ 674,1 mil
    Imóveis
  2. Automóvel ford foR$ 151,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Conta corrente banespaR$ 63,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Automóvel fiat pálioR$ 56,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Saldo conta corrente cecmmR$ 44 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Sala 23 edíf deltaR$ 40,4 mil
    Imóveis
  7. Sala 24 edif. deltaR$ 40,4 mil
    Imóveis
  8. Conta capita coop econ mutuo nível sup da saúde litoral…R$ 20,6 mil
    Créditos e direitos
  9. Conta corrente bco brasilR$ 6.363
    Dinheiro e aplicações
  10. Título capitalização banespaR$ 1.766
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr Oscar declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Mongaguá (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 10,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.70284,2%
  2. PartidoR$ 1.62815,8%

Para onde foi

R$ 10,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,3 mil.
  1. Material impressoR$ 7.73874,9%
  2. OutrosR$ 2.43123,5%
  3. PessoalR$ 940,9%
  4. EscritórioR$ 670,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Mongaguá (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 73 por voto. Quem venceu, Marcio Cabeça, gastou R$ 35,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 249; o mais barato, R$ 35,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.