Dr. Orlando
Orlando Anzoategui Junior · nasceu em 1971
Dr. Orlando se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2006), PSDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · ParanáPSB 4080· centro-esquerda· na urna, Orlando Anzoateguisuplente3.399 votos; 100º mais votado de 258 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dr. Orlando teve 3.399 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 100º lugar entre 258 candidatos.
Recebeu votos em 83 cidades. Curitiba deu 48,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Orlando declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2008.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Dr. OrlandoR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Apartamento n. 1601R$ 431,4 milImóveis
- Apartamento n. 61R$ 277,7 milImóveis
- Apartamento n. 702R$ 175,3 milImóveis
- Automóvel BMWR$ 121,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Apartamento n. 401R$ 82,5 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dr. Orlando declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Curitiba (PR) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 44,4 mil89,1%
- PartidoR$ 5.44310,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 32,4 mil65,1%
- TransporteR$ 5.61211,3%
- OutrosR$ 5.44310,9%
- PessoalR$ 3.4817%
- ServiçosR$ 2.6775,4%
- EscritórioR$ 1550,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 65,1 por voto. Quem venceu, Derosso, gastou R$ 33,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 430; o mais barato, R$ 33,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ulisses Kaniak PTR$ 714 mil · 1.660 votosR$ 430
- Rafael Xavier MDBR$ 691 mil · 2.521 votosR$ 274
- André Girardi PDTR$ 362 mil · 2.500 votosR$ 145
- Marisa PTR$ 351 mil · 2.645 votosR$ 133
- Caco Almeida PSBR$ 639 mil · 4.968 votosR$ 129
- Emerson Prado PSDBR$ 596 mil · 5.774 votosR$ 103
- Jair Cezar PSDBR$ 440 mil · 6.768 votosR$ 65,1
- Jorge Bernardi PDTR$ 450 mil · 7.116 votosR$ 63,2
- Felipe Braga Cortes PSDBR$ 668 mil · 11.817 votosR$ 56,5
- Denilson Pires DEMR$ 360 mil · 6.439 votosR$ 56
- Sabino Picolo DEMR$ 344 mil · 9.846 votosR$ 35
- Derosso PSDBR$ 374 mil · 11.189 votosR$ 33,4
Votos por real
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.