Dr. Miguel Ribeiro
Miguel de Moura Ribeiro · nasceu em 1958
Dr. Miguel Ribeiro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 3 partidos: PHS (2004), CIDADANIA (2008), PSOL (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior completo, odontólogo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · AmazonasPSOL 50321· esquerda· na urna, Dr. Miguelnão eleito175 votos; 401º mais votado de 570 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Dr. Miguel Ribeiro teve 175 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 401º lugar entre 570 candidatos.
Recebeu votos em 4 cidades. Coari deu 54,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dr. Miguel Ribeiro declarou R$ 723,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 112,8 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amazonas em 2012.
- Dr. Miguel RibeiroR$ 723,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 416,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 552,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dr. Miguel Ribeiro declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Coari (AM) · PSOL · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coari (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 88,9 por voto. Quem venceu, Edilson Lima, gastou R$ 56,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 56,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bacana PVR$ 67 mil · 587 votosR$ 114
- Ney Da Mec PSBR$ 54 mil · 480 votosR$ 112
- Mario Jorge PODER$ 57 mil · 568 votosR$ 99,8
- Rodrigo Alves SOLIDARIEDADER$ 67 mil · 704 votosR$ 95,1
- Dr. Aldione Cordovil PODER$ 39 mil · 418 votosR$ 93,6
- Branco PODER$ 43 mil · 483 votosR$ 89,9
- Salu Junior PRTBR$ 58 mil · 650 votosR$ 88,9
- Orleilson PHSR$ 51 mil · 625 votosR$ 81
- Cristian Pereira PPR$ 61 mil · 767 votosR$ 79,7
- Fialho PATRIOTAR$ 39 mil · 559 votosR$ 70,2
- Carlinhos Filho Do Bem PSBR$ 45 mil · 689 votosR$ 65
- Edilson Lima PSCR$ 37 mil · 663 votosR$ 56,1
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 49 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 3,2 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.