Dr. Marinaldo Mongon
Marinaldo Mongon · nasceu em 1946
Dr. Marinaldo Mongon se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Marinaldo Mongon declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dr. Marinaldo MongonR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 50% De uma casa em santos/spR$ 404,5 milImóveis
- 50% De um terreno em santos/spR$ 404,5 milImóveis
- 50% De tres conjuntos comerciais em santos/spR$ 269,6 milOutros
- 50% De uma casa em santos/spR$ 269,6 milImóveis
- 50% Dos bens da clinica ortopédica santa marcelina LTDAR$ 269,6 milEmpresas e participações
- 50% De um apartamento em santos/spR$ 121,3 milImóveis
- 50% De uma casa em peruibe/spR$ 80,9 milImóveis
- 50% De um apartamento em santos/spR$ 70,1 milImóveis
- 50% De uma terreno em peruibe/spR$ 53,9 milImóveis
- 50% De uma garagemR$ 27 milImóveis
- 50% De ações petrobrasR$ 27 milDinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Marinaldo Mongon declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Santos (SP) · PDT · não eleito
De onde veio
- EmpresasR$ 33,5 mil81,3%
- Próprio bolsoR$ 5.59613,6%
- PartidoR$ 2.1025,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 38,8 mil94,3%
- OutrosR$ 2.1025,1%
- EscritórioR$ 2410,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Santos (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 78,2 por voto. Quem venceu, Telma De Souza, gastou R$ 25,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 25,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandoval Soares PSDBR$ 405 mil · 2.218 votosR$ 183
- Constantino MDBR$ 597 mil · 3.524 votosR$ 169
- Cassandra PTR$ 259 mil · 1.725 votosR$ 150
- Odair Gonzalez PLR$ 273 mil · 2.960 votosR$ 92,1
- Mantovani Calejon PVR$ 239 mil · 2.736 votosR$ 87,3
- Braz CIDADANIAR$ 303 mil · 3.750 votosR$ 80,7
- Marcelo Del Bosco CIDADANIAR$ 251 mil · 3.204 votosR$ 78,2
- Ademir Pestana PSBR$ 224 mil · 3.227 votosR$ 69,4
- Banha MDBR$ 333 mil · 5.002 votosR$ 66,6
- Valdir Nahora PSBR$ 217 mil · 3.852 votosR$ 56,4
- Marcus De Rosis MDBR$ 336 mil · 8.438 votosR$ 39,8
- Telma De Souza PTR$ 524 mil · 20.631 votosR$ 25,4
Votos por real
- 2008, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.