Apuração
Prefeito · 2020 · PDT

Dr Marcio

Marcio Artur de Matos · nasceu em 1946

Dr Marcio se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2004PTB2008PDT2012PDT2014PDT2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.

Passou por 2 partidos: PTB (2002–2004), PDT (2008–2020).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPTBPDT’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito28.063 votos, 76,4%
  2. 2016
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Dr. Márcio
    eleito17.253 votos, 45,3%
  3. 2014
    Deputado estadual · Paraná
    PDT 12800· centro-esquerda
    suplente20.508 votos; 84º mais votado de 738 no estado
  4. 2012
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito15.261 votos, 39,3%
  5. 2008
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Dr.márcio
    não eleito12.173 votos, 32,0%
  6. 2004
    PTB 14· centro-direita· na urna, Dr. Marcio
    não eleito15.111 votos, 43,2%
  7. 2002
    Deputado federal · Paraná
    PTB 1480· centro-direita· na urna, Dr. Márcio Matos
    suplente33.631 votos; 49º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dr Marcio teve 20.508 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 84º lugar entre 738 candidatos.

Recebeu votos em 131 cidades. Telêmaco Borba deu 73,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.

20.508 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 20.508 votos.
  1. Telêmaco Borba (PR)14.987 votos73,1%
  2. Imbaú (PR)1.480 votos7,2%
  3. Tibagi (PR)609 votos3%
  4. Curiúva (PR)538 votos2,6%
  5. Reserva (PR)397 votos1,9%
  6. Outras 116 cidades710 votos3,5%
As outras 1 eleições para deputado
33.631 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 33.631 votos.
  1. Telêmaco Borba (PR)15.871 votos47,2%
  2. Tibagi (PR)2.610 votos7,8%
  3. Reserva (PR)1.965 votos5,8%
  4. Sapopema (PR)1.302 votos3,9%
  5. Ventania (PR)1.229 votos3,7%
  6. Outras 144 cidades3.024 votos9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Dr Marcio declarou R$ 207,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 87,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 207,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 144.210 na declaração)

Declarou 51% da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2020.

  • Dr MarcioR$ 207,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 408,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 487,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 207,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Dr Marcio declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 280 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Telêmaco Borba (PR) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 254 mil
37% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 254 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 121,4 mil47,8%
  2. Próprio bolsoR$ 38,2 mil15%

Para onde foi

R$ 251,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 251,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal43 pessoas, não nomeadasR$ 23,4 mil9,3%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 10,5 mil4,2%
  3. EscritórioR$ 1950,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Telêmaco Borba (PR), 2020

Dr Marcio: R$ 8,97 por voto (mediana da disputa, R$ 20,5). O voto mais caro custou R$ 242; o mais barato, R$ 8,97.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 112 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 111 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 73 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 88 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.