Apuração
Vereador · 2004 · PDT

Dr. Marcio Guimarães

Marcio Pereira Guimarães · nasceu em 1949

Dr. Marcio Guimarães se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Itaguaí (RJ)
    PDT 12012· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12012· centro-esquerda· na urna, Dr. Márcio Guimarães
    suplente7.483 votos; 228º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dr. Marcio Guimarães teve 7.483 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 228º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Rio de Janeiro deu 54,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.

7.483 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.483 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)4.040 votos54%
  2. Itaguaí (RJ)1.495 votos20%
  3. Paracambi (RJ)344 votos4,6%
  4. São Gonçalo (RJ)309 votos4,1%
  5. Mangaratiba (RJ)298 votos4%
  6. Outras 29 cidades141 votos1,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Marcio Guimarães declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Itaguaí (RJ) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 21 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21 mil.
  1. PessoasR$ 15 mil71,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.25815,5%
  3. Outros candidatosR$ 2.78613,2%

Para onde foi

R$ 21 mil
O maior gasto foi com outros: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21 mil.
  1. OutrosR$ 11,1 mil52,7%
  2. ServiçosR$ 9.77446,5%
  3. EventosR$ 940,4%
  4. EscritórioR$ 680,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Itaguaí (RJ), 2004

Mediana da disputa: R$ 35,6 por voto. Quem venceu, Lenilson Do Inps, gastou R$ 8,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 8,58.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 716 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.