Apuração
Deputado federal · 2018 · DEM

Dr. Márcio Rogério

Márcio Rogério de Souza · nasceu em 1965

Dr. Márcio Rogério se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2012DEM2016DEM2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2002), DEM (2012–2018).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTDEM’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Bahia
    DEM 2558· direita
    suplente2.226 votos; 156º mais votado de 447 no estado
  2. 2016
    DEM 25555· direita· na urna, Dr. Marcio
    eleito500 votos
  3. 2012
    DEM 25555· direita· na urna, Dr. Marcio Rogério
    suplente484 votos
  4. 2002
    Deputado estadual · Paraná
    PT 13654· centro-esquerda· na urna, Márcio Rogério
    suplente3.340 votos; 199º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Dr. Márcio Rogério teve 2.226 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 156º lugar entre 447 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Luís Eduardo Magalhães deu 87,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,8%.

2.226 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.226 votos.
  1. Luís Eduardo Magalhães (BA)1.957 votos87,9%
  2. Barreiras (BA)67 votos3%
  3. Salvador (BA)35 votos1,6%
  4. São Desidério (BA)22 votos1%
  5. Feira de Santana (BA)9 votos0,4%
  6. Outras 72 cidades94 votos4,2%
As outras 1 eleições para deputado
3.340 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.340 votos.
  1. Foz do Iguaçu (PR)2.810 votos84,1%
  2. São Miguel do Iguaçu (PR)95 votos2,8%
  3. Santa Terezinha de Itaipu (PR)94 votos2,8%
  4. Umuarama (PR)75 votos2,2%
  5. Curitiba (PR)71 votos2,1%
  6. Outras 45 cidades84 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Dr. Márcio Rogério declarou R$ 268,9 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 189,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 268,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 176.652 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2018.

  • Dr. Márcio RogérioR$ 268,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 268,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr. Márcio Rogério declarou ao TSE R$ 305 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 193 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Bahia · DEM · suplente

De onde veio

R$ 83 mil
91% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 75,4 mil90,9%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7.5409,1%
  3. OutrosR$ 23< 0,1%

Para onde foi

R$ 82,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 82,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal37 pessoas, não nomeadasR$ 31,3 mil38%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 7.7969,5%
  3. TransporteTudo de M Silva De OliveiraR$ 7.5099,1%
  4. EscritórioR$ 1.0371,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2018

Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Antonio Brito, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 27 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.