Apuração
Prefeito · 2016 · PTB

Leomar Benício Maia

nasceu em 1944

Leomar Benício Maia se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2010PTB2012PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2012 e 2016.

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PTB 14· centro-direita
    eleito9.757 votos, 56,7%
  2. 2012
    PTB 14· centro-direita· na urna, Dr. Leomar
    eleito8.774 votos, 51,2%
  3. 2010
    Deputado estadual · Paraíba
    PTB 14147· centro-direita· na urna, Dr.leomar Maia
    suplente9.779 votos; 66º mais votado de 254 no estado
  4. 2004
    PTB 14· centro-direita· na urna, Dr. Leomar
    eleito9.111 votos, 56,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Leomar Benício Maia teve 9.779 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 66º lugar entre 254 candidatos.

Recebeu votos em 114 cidades. Catolé do Rocha deu 65,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.

9.779 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 9.779 votos.
  1. Catolé do Rocha (PB)6.439 votos65,8%
  2. João Pessoa (PB)1.166 votos11,9%
  3. Brejo do Cruz (PB)396 votos4%
  4. Belém do Brejo do Cruz (PB)273 votos2,8%
  5. Riacho dos Cavalos (PB)264 votos2,7%
  6. Outras 99 cidades439 votos4,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Leomar Benício Maia declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 495,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.051.250 na declaração)

Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2016.

  • Leomar Benício MaiaR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 230,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 260 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um terreno localizado no jardim oceania IVR$ 487,4 mil
    Terreno
  2. Um veiculo marca toyotaR$ 263,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Um apartamento localizado na av. washington luiz 21…R$ 243,7 mil
    Apartamento
  4. Uma casa residencial localizada na rua evaldo barreto 108R$ 243,7 mil
    Casa
  5. Uma gleba de terraR$ 205 mil
    Outros bens imóveis rural
  6. Uma casa residencial localizada na avenida bahiaR$ 195 mil
    Casa
  7. Saldo em conta de poupança ag. BB 0585-1R$ 47,1 mil
    Caderneta de poupança
  8. Saldo em conta corrente junto ao banco do brasil s.aR$ 22,1 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Leomar Benício Maia declarou ao TSE R$ 660 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 207 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Catolé do Rocha (PB) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 147,1 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 147,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 130,9 mil89%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 16,2 mil11%

Para onde foi

R$ 147,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 25% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 147,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 10,6 mil7,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 6480,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Catolé do Rocha (PB), 2016

Leomar Benício Maia: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 15,1). O voto mais caro custou R$ 58,6; o mais barato, R$ 7,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 66 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 42 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 58 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.