Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Dr. Laercio

Laercio Tavares Barroso Martins · nasceu em 1971

Dr. Laercio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Praia Grande (SP)), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Praia Grande (SP)
    PSB 40444· centro-esquerda
    suplente1.496 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr. Laercio declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Praia Grande (SP) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 49,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 17 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 21,7 mil43,7%
  2. PessoasR$ 14,4 mil29,1%
  3. Outros candidatosR$ 11,6 mil23,5%
  4. EmpresasR$ 1.3392,7%
  5. PartidoR$ 4821%

Para onde foi

R$ 49,6 mil
O maior gasto foi com outros: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49,6 mil.
  1. OutrosR$ 37 mil74,7%
  2. Material impressoR$ 12,2 mil24,5%
  3. EscritórioR$ 4070,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Praia Grande (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 78,6 por voto. Quem venceu, Rezende, gastou R$ 38,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.124; o mais barato, R$ 38,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Ramsés Imhotep PLR$ 134 mil · 63 votosR$ 2.124
  • Alan Lopes PTBR$ 144 mil · 852 votosR$ 170
  • Chiquinho Do Caiçara CIDADANIAR$ 363 mil · 2.823 votosR$ 128
  • Leonel Na Hora MDBR$ 93 mil · 1.062 votosR$ 87,4
  • Bene Vieira PSBR$ 142 mil · 1.635 votosR$ 86,9
  • Rosana PPR$ 95 mil · 1.206 votosR$ 78,6
  • Artur Alaor PLR$ 109 mil · 1.831 votosR$ 59,6
  • Vitrolinha PDTR$ 117 mil · 1.981 votosR$ 59,1
  • Totô PSDBR$ 155 mil · 3.351 votosR$ 46,2
  • Rezende PSDBR$ 113 mil · 2.969 votosR$ 38,1

Votos por real

  • 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.