Dr Jose Rudival
Jose Rudival Santos de Oliveira · nasceu em 1971
Dr Jose Rudival se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2008), PSOL (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · BahiaPSOL 5055· esquerda· na urna, Dr. José Rudivalnão eleito844 votos; 173º mais votado de 312 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Dr Jose Rudival teve 844 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 173º lugar entre 312 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. Monte Santo deu 55,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr Jose Rudival declarou R$ 276,2 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 214,8 mil acima da inflação.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Dr Jose RudivalR$ 276,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Jose Rudival declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Santo (BA) · PSOL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.47755,6%
- Outros candidatosR$ 1.18044,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.28248,3%
- ServiçosR$ 89133,5%
- Material impressoR$ 46017,3%
- EscritórioR$ 240,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Santo (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,8 por voto. Quem venceu, Gilson Pinto, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,3; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marta Abreu PTBR$ 12 mil · 231 votosR$ 52,3
- Jozelia Do Joza PSDR$ 11 mil · 229 votosR$ 47,4
- Jordiano Gonçalves PLR$ 12 mil · 282 votosR$ 43,1
- Willams Alves PLR$ 12 mil · 402 votosR$ 31,1
- Gerôncio PSDR$ 15 mil · 493 votosR$ 30
- Ernesto Santana SOLIDARIEDADER$ 20 mil · 815 votosR$ 24,8
- Menilton Miranda PSDR$ 14 mil · 589 votosR$ 23,8
- Cleber Do Rege PSDR$ 18 mil · 858 votosR$ 21
- Ubiratan PSDR$ 14 mil · 802 votosR$ 17,4
- Pedro Almeida SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 965 votosR$ 17,4
- Domingos PLR$ 12 mil · 856 votosR$ 14,6
- Gilson Pinto PLR$ 20 mil · 1.454 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 155 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.