Apuração
Deputado estadual · 2014 · PL

Dr. José Orlando Tuta

José Orlando da Silva Pereira · nasceu em 1952

Dr. José Orlando Tuta se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSDB2010PL2014PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2006), PL (2010–2014).

Dep. estadualPartidoPSDBPL20062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 62 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22222· direita
    suplente25.196 votos; 124º mais votado de 1.055 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22222· direita· na urna, Dr. Jose Orlando Tuta
    suplente29.132 votos; 113º mais votado de 942 no estado
  3. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSDB 45345· centro-direita· na urna, Dr. José Orlando Tuta
    suplente30.757 votos; 92º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dr. José Orlando Tuta teve 25.196 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 545 cidades. Passos deu 59,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,7%.

25.196 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 25.196 votos.
  1. Passos (MG)14.928 votos59,2%
  2. Piumhi (MG)1.256 votos5%
  3. Guapé (MG)736 votos2,9%
  4. Belo Horizonte (MG)625 votos2,5%
  5. Pimenta (MG)619 votos2,5%
  6. Outras 530 cidades4.608 votos18,3%
As outras 2 eleições para deputado
29.132 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 29.132 votos.
  1. Passos (MG)16.066 votos55,1%
  2. Piumhi (MG)2.447 votos8,4%
  3. Pimenta (MG)1.515 votos5,2%
  4. Guapé (MG)959 votos3,3%
  5. Belo Horizonte (MG)590 votos2%
  6. Outras 478 cidades4.361 votos15%
30.757 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 30.757 votos.
  1. Passos (MG)19.898 votos64,7%
  2. Guapé (MG)1.387 votos4,5%
  3. Piumhi (MG)1.022 votos3,3%
  4. São José da Barra (MG)945 votos3,1%
  5. Delfinópolis (MG)901 votos2,9%
  6. Outras 152 cidades1.775 votos5,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dr. José Orlando Tuta declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 1,1 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 48,7 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.121 na declaração)

Declarou 35% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Dr. José Orlando TutaR$ 48,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr. José Orlando Tuta declarou ao TSE R$ 2,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 893 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PL · suplente

De onde veio

R$ 893,4 mil
0% veio de fundos públicos; 29 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 893,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 600,4 mil67,2%
  2. Próprio bolsoR$ 57,6 mil6,4%
  3. PartidoR$ 12,3 mil1,4%

Para onde foi

R$ 893,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 893,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 44 mil4,9%
  2. EscritórioR$ 33,3 mil3,7%
  3. EventosR$ 8.4000,9%
  4. InternetR$ 2.4310,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 33 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.