Dr Jorge Laurentino
Jozimar Laurentino de Paula · nasceu em 1953
Dr Jorge Laurentino se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PST (2002), PRTB (2008–2012), MDB (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, superior completo, advogado, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2002Deputado estadual · PiauíPST 18111· centro-direita· na urna, Dr. Jorge Laurentinosuplente286 votos; 133º mais votado de 184 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dr Jorge Laurentino teve 286 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 133º lugar entre 184 candidatos.
Recebeu votos em 21 cidades. Floriano deu 73,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dr Jorge Laurentino declarou R$ 294,5 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 221,7 mil acima da inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Dr Jorge LaurentinoR$ 294,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Jorge Laurentino declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Floriano (PI) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.41567,6%
- Próprio bolsoR$ 55926,7%
- Outros candidatosR$ 1205,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.92297,7%
- EscritórioR$ 452,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Floriano (PI), 2020
Mediana da disputa: R$ 105 por voto. Quem venceu, Enéas Maia, gastou R$ 32,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 608; o mais barato, R$ 30,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Marinete Waquim PPR$ 22 mil · 36 votosR$ 608
- Elineuza Ramos PPR$ 50 mil · 281 votosR$ 176
- Daguia Do Edgar PLR$ 129 mil · 782 votosR$ 165
- Candinha PSLR$ 20 mil · 154 votosR$ 132
- Alcemarry PPR$ 23 mil · 179 votosR$ 130
- Gladistânia PPR$ 33 mil · 283 votosR$ 117
- Professora Léa De Almeida PPR$ 34 mil · 326 votosR$ 105
- Raquel Porto PPR$ 18 mil · 179 votosR$ 101
- Jaqueline Monteiro PC do BR$ 21 mil · 222 votosR$ 94,7
- João Neto Gomes PTR$ 26 mil · 606 votosR$ 42,3
- Enéas Maia PPR$ 28 mil · 867 votosR$ 32,3
- Akássio PPR$ 17 mil · 551 votosR$ 30,8
Votos por real
- 2020, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.