Apuração
Deputado federal · 2014 · PSL

Jorge Campos

Jorge Ferreira Campos · nasceu em 1948

Jorge Campos se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PRONA2004MDB2006PHS2008MDB2010PRTB2012PL2014PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 6 partidos: PRONA (2002), MDB (2004), PHS (2006), MDB (2008), PRTB (2010), PL (2012), PSL (2014).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPRONAMDBPHSMDBPRTBPLPSL2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 66 anos, superior completo, médico, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PSL 1724· direita
    suplente10.512 votos; 124º mais votado de 953 no estado
  2. 2012
    Prefeito · Mesquita (RJ)
    PL 22· direita· na urna, Dr. Jorge Campos
    não eleito7.682 votos, 7,8%
  3. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PRTB 28624· direita· na urna, Dr. Jorge Campos
    candidatura não chegou à urna
  4. 2008
    Prefeito · Mesquita (RJ)
    MDB 15· centro· na urna, Dr. Jorge Campos
    não eleito30.585 votos, 32,7%
  5. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PHS 31500· centro-direita
    suplente14.941 votos; 141º mais votado de 1.377 no estado
  6. 2004
    Vereador · Mesquita (RJ)
    MDB 15624· centro
    eleito2.447 votos
  7. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PRONA 56624· direita
    suplente9.676 votos; 193º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Jorge Campos teve 10.512 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 953 candidatos.

Recebeu votos em 46 cidades. Mesquita deu 69,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.

10.512 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.512 votos.
  1. Mesquita (RJ)7.341 votos69,8%
  2. Nova Iguaçu (RJ)1.798 votos17,1%
  3. Rio de Janeiro (RJ)537 votos5,1%
  4. Belford Roxo (RJ)281 votos2,7%
  5. Nilópolis (RJ)236 votos2,2%
  6. Outras 31 cidades77 votos0,7%
As outras 2 eleições para deputado
14.941 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.941 votos.
  1. Mesquita (RJ)9.428 votos63,1%
  2. Nova Iguaçu (RJ)3.296 votos22,1%
  3. Rio de Janeiro (RJ)899 votos6%
  4. Nilópolis (RJ)396 votos2,7%
  5. São João de Meriti (RJ)249 votos1,7%
  6. Outras 27 cidades103 votos0,7%
9.676 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.676 votos.
  1. Mesquita (RJ)5.555 votos57,4%
  2. Nova Iguaçu (RJ)2.112 votos21,8%
  3. Rio de Janeiro (RJ)808 votos8,4%
  4. Nilópolis (RJ)431 votos4,5%
  5. Belford Roxo (RJ)253 votos2,6%
  6. Outras 20 cidades50 votos0,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Jorge Campos declarou R$ 436,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 640,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 436,3 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 225.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.

Cada quadrado é 1% de R$ 436,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Jorge Campos declarou ao TSE R$ 754 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 368 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PSL · suplente

De onde veio

R$ 83,5 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 83,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 100% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1340,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2014

Mediana da disputa: R$ 63,2 por voto. Quem venceu, Felipe Bornier, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 191; o mais barato, R$ 18,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 126 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 466 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 1.028 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.