Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Dr. James

James Ricachenevsky · nasceu em 1958

Dr. James se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,09← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004MDB2006MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSDB (2002), MDB (2004–2008).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPSDBMDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Cruz Alta (RS)
    MDB 15650· centro
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    MDB 15650· centro
    suplente10.572 votos; 154º mais votado de 486 no estado
  3. 2004
    Vereador · Cruz Alta (RS)
    MDB 15650· centro
    eleito1.045 votos
  4. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSDB 4561· centro-direita· na urna, Dr James
    suplente23.555 votos; 63º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dr. James teve 10.572 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 154º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 156 cidades. Cruz Alta deu 49,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,3%.

10.572 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 10.572 votos.
  1. Cruz Alta (RS)5.213 votos49,3%
  2. Panambi (RS)823 votos7,8%
  3. Ijuí (RS)640 votos6,1%
  4. Júlio de Castilhos (RS)467 votos4,4%
  5. Augusto Pestana (RS)438 votos4,1%
  6. Outras 141 cidades1.452 votos13,7%
As outras 1 eleições para deputado
23.555 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 23.555 votos.
  1. Cruz Alta (RS)19.417 votos82,4%
  2. Porto Alegre (RS)692 votos2,9%
  3. Boa Vista do Incra (RS)312 votos1,3%
  4. Fortaleza dos Valos (RS)252 votos1,1%
  5. Boa Vista do Cadeado (RS)226 votos1%
  6. Outras 242 cidades1.469 votos6,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr. James declarou R$ 266,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 21,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 266,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 98.801 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Dr. JamesR$ 266,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 266,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr. James declarou ao TSE R$ 194 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 80 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Cruz Alta (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 25 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25 mil.
  1. PessoasR$ 20,2 mil80,6%
  2. Próprio bolsoR$ 3.51314%
  3. EmpresasR$ 1.3395,3%

Para onde foi

R$ 25 mil
O maior gasto foi com material impresso: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25 mil.
  1. Material impressoR$ 19,9 mil79,6%
  2. OutrosR$ 2.0488,2%
  3. EscritórioR$ 1.2885,1%
  4. PessoalR$ 7953,2%
  5. TransporteR$ 6562,6%
  6. ServiçosR$ 3211,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Cruz Alta (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 33,8 por voto. Quem venceu, Zé Roberto, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,8; o mais barato, R$ 20,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 149 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 295 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.