Apuração
Vereador · 2016 · PSOL

Dr. Hindo

Antonio Carlos Siuf Hindo · nasceu em 1950

Dr. Hindo se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2008MDB2012PSC2014PSOL2016PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2002–2008), PSC (2012), PSOL (2014–2016).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoMDBPSCPSOL20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    PSOL 50000· esquerda
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSOL 5011· esquerda· na urna, Dr Hindo
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    PSC 20020· direita
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    MDB 15555· centro· na urna, Dr.hindo
    suplente
  5. 2004
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    MDB 15555· centro· na urna, Dr Hindo
    suplente507 votos
  6. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MDB 15333· centro
    suplente1.708 votos; 97º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dr. Hindo teve 1.708 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 97º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Ponta Porã deu 77,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.

1.708 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.708 votos.
  1. Ponta Porã (MS)1.324 votos77,5%
  2. Campo Grande (MS)249 votos14,6%
  3. Dourados (MS)33 votos1,9%
  4. Antônio João (MS)17 votos1%
  5. Três Lagoas (MS)10 votos0,6%
  6. Outras 12 cidades16 votos0,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dr. Hindo declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 3,1 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.047.019 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Dr. HindoR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 50% De uma casa na av presidente vargas 1700R$ 812,3 mil
    Casa
  2. 50% De um apartamento na rua firmino vieira de matosR$ 243,7 mil
    Apartamento
  3. 50% De imovel na rua iskandar georges 313R$ 182,8 mil
    Outros bens imóveis
  4. 50% De um veiculo RAV/4 toyotaR$ 146,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 25% De uma casa na rua 15 de novembro 874R$ 81,2 mil
    Casa
  6. 50% De um apartamento na cidade de curitiba-prR$ 81,2 mil
    Apartamento
  7. Poupanca ouro no BB ponta poraR$ 53,6 mil
    Caderneta de poupança
  8. 50% De veiculo I-30 hyundaiR$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. 50% De uma casa na rua candido mariano 141R$ 48,7 mil
    Casa
  10. Conta corrente no BB ponta poraR$ 2.455
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Dr. Hindo declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 20 mil, 1,3% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Ponta Porã (MS) · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 20,5 mil
1,3% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 15,1 mil73,8%
  2. PessoasR$ 5.11725%
  3. Fundo partidárioR$ 2641,3%

Para onde foi

R$ 20,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,5 mil.
  1. TransporteR$ 7.68537,5%
  2. Material impressoR$ 7.55036,8%
  3. PessoalR$ 5.11725%
  4. EscritórioR$ 1490,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Ponta Porã (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 50 por voto. Quem venceu, Rony Lino, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 21,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.