Dr. Helinho Migliari
Helio Migliari Filho · nasceu em 1959
Dr. Helinho Migliari se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPSDB 45345· centro-direitasuplente19.568 votos; 231º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dr. Helinho Migliari teve 19.568 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 231º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 173 cidades. Ourinhos deu 85,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Helinho Migliari declarou R$ 112,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 37,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dr. Helinho MigliariR$ 112,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr. Helinho Migliari declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 48 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ourinhos (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 1.72284,4%
- Outros candidatosR$ 29214,3%
- PessoasR$ 271,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ourinhos (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 46,1 por voto. Quem venceu, Vadinho, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 23,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Larissa Figueira PRPR$ 95 mil · 907 votosR$ 105
- Toninho Do Pt PTR$ 113 mil · 1.232 votosR$ 91,4
- Jorjão PVR$ 51 mil · 788 votosR$ 64,4
- Cido PDTR$ 46 mil · 757 votosR$ 61,3
- Fred PPR$ 89 mil · 1.716 votosR$ 51,7
- Lucas Pocay PTBR$ 113 mil · 2.376 votosR$ 47,7
- Carlinhos Do Sindicato PSBR$ 65 mil · 1.407 votosR$ 46,1
- Salmen PSDBR$ 54 mil · 1.287 votosR$ 42,2
- Esquilo DCR$ 47 mil · 1.431 votosR$ 32,7
- Messias MDBR$ 41 mil · 1.288 votosR$ 31,9
- Dr Salim PSDBR$ 45 mil · 1.746 votosR$ 25,8
- Vadinho PSDBR$ 45 mil · 1.876 votosR$ 23,9
Votos por real
- 2008, vereador: 540 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 410 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 248 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.