Italo Fumagali
Italo Fernando Fumagali · nasceu em 1942
Italo Fumagali se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PSC (2008–2012), PRTB (2020–2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, não eleito.
Declarou ao TSE em 2022: 79 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2020
- 2012Prefeito · Marechal Cândido Rondon (PR)PSC 20· direita· na urna, Dr Fumagalicandidatura não chegou à urna
- 2010Deputado estadual · ParanáPSC 20852· direita· na urna, Dr Fumagalisuplente6.648 votos; 162º mais votado de 526 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Italo Fumagali teve 276 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 626º lugar entre 860 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Marechal Cândido Rondon deu 80,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Italo Fumagali declarou R$ 951,6 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2022, o total caiu R$ 1,4 mi, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2022.
- Italo FumagaliR$ 951,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 80,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Lote urbano nr. 02/06/07/09/11/A com area de 2.000 M2R$ 630 milOutros bens e direitos
- Lote rubano nr. 13 da quadra 122/CA com area de 800R$ 128,5 milOutros bens e direitos
- 01 Equipamento de ultra-som compacto transp. LOGIQ200R$ 100,3 milOutros bens e direitos
- Lote ubano nr 09/A duadra 91R$ 33,6 milOuro, ativo financeiro
- 99% Das quotas capital na policlicica rondon LTDAR$ 23,9 milOutros bens e direitos
- Cotas na empresa clinica medica fumagali LTDAR$ 12 milOutros bens e direitos
- Heranca de sua irma neuza pelofalecimento da mesma…R$ 8.854Outros bens e direitos
- Bisturi transistorizado mod. 6600S c/carrinho 220 v nr…R$ 7.830Outros bens e direitos
- Sist. integrado ape x 2200R$ 6.023Outros bens e direitos
- Estante movel para videocirurgiaR$ 588Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Italo Fumagali declarou ao TSE R$ 504 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 251 mil.
Campanha a campanha
2022 · Deputado estadual · Paraná · PRTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2022
Mediana da disputa: R$ 23,9 por voto. Quem venceu, Alexandre Curi, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,7; o mais barato, R$ 6,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rogério Lorenzetti PSDR$ 1,5 milhão · 22.830 votosR$ 65,7
- Carlise Kwiatkowski PLR$ 885 mil · 16.611 votosR$ 53,3
- Ademir Bier MDBR$ 784 mil · 16.021 votosR$ 48,9
- Michele Caputo PSDBR$ 1,5 milhão · 32.631 votosR$ 44,8
- Rosa Maria MDBR$ 1,1 milhão · 24.588 votosR$ 43,7
- Flavia Francischini UNIÃOR$ 1,5 milhão · 41.757 votosR$ 35,4
- Cristina Silvestri PSDBR$ 1,4 milhão · 45.202 votosR$ 32
- Alex Canziani PSDR$ 845 mil · 28.652 votosR$ 29,5
- Do Carmo UNIÃOR$ 1,4 milhão · 53.229 votosR$ 27,2
- Leopoldo Meyer UNIÃOR$ 669 mil · 25.333 votosR$ 26,4
- Alisson Wandscheer PROSR$ 1,1 milhão · 41.052 votosR$ 25,9
- Luiz Fernando Guerra UNIÃOR$ 1,5 milhão · 58.393 votosR$ 25,6
- Paulo Gomes Da Tv PPR$ 1,4 milhão · 55.302 votosR$ 25,1
- Emerson Bacil UNIÃOR$ 853 mil · 35.084 votosR$ 24,3
- Cloara Pinheiro PSDR$ 840 mil · 35.151 votosR$ 23,9
- Maria Victoria PPR$ 1,2 milhão · 52.819 votosR$ 21,8
- Douglas Fabricio CIDADANIAR$ 876 mil · 43.431 votosR$ 20,2
- Ney Leprevost UNIÃOR$ 1,5 milhão · 76.592 votosR$ 19
- Marcel Micheletto PLR$ 1,4 milhão · 73.655 votosR$ 18,4
- Mabel Canto PSDBR$ 1,2 milhão · 70.215 votosR$ 17,4
- Gugu Bueno PSDR$ 699 mil · 44.852 votosR$ 15,6
- Secretária Márcia PSDR$ 948 mil · 75.659 votosR$ 12,5
- Marcio Nunes PSDR$ 1,6 milhão · 126.006 votosR$ 12,3
- Delegado Tito Barichello UNIÃOR$ 718 mil · 58.766 votosR$ 12,2
- Tiago Amaral PSDR$ 1,1 milhão · 112.731 votosR$ 9,77
- Arilson Chiorato PTR$ 649 mil · 76.788 votosR$ 8,46
- Hussein Bakri PSDR$ 795 mil · 97.681 votosR$ 8,14
- Traiano PSDR$ 835 mil · 116.810 votosR$ 7,15
- Alexandre Curi PSDR$ 1,5 milhão · 237.033 votosR$ 6,43
Votos por real
- 2022, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.