Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Dr.francivando Rosa

Luis Francivando Rosa da Silva · nasceu em 1985

Dr.francivando Rosa disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Piauí), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,74← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSOL2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 33 anos, superior completo, advogado, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Piauí
    PSOL 50000· esquerda
    não eleito1.345 votos; 82º mais votado de 203 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Dr.francivando Rosa teve 1.345 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 82º lugar entre 203 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Valença do Piauí deu 52,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

1.345 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.345 votos.
  1. Valença do Piauí (PI)707 votos52,6%
  2. Teresina (PI)334 votos24,8%
  3. Pimenteiras (PI)65 votos4,8%
  4. Novo Oriente do Piauí (PI)48 votos3,6%
  5. Lagoa do Sítio (PI)35 votos2,6%
  6. Outras 51 cidades85 votos6,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Dr.francivando Rosa declarou R$ 76,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.

R$ 76,1 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Piauí em 2018.

  • Dr.francivando RosaR$ 76,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 38,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 76,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Dr.francivando Rosa declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, em reais de hoje, 86% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Piauí · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 23,6 mil
86% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,6 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Jesus Rodrigues Alves SenadorR$ 13,6 mil57,4%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade (P-Sol)R$ 6.72428,5%
  3. Próprio bolsoR$ 3.33214,1%

Para onde foi

R$ 6.564
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Piauí, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Limma, gastou R$ 9,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 13.605; o mais barato, R$ 9,73.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 205 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.