Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Claudio Miyake

Claudio Yukio Miyake · nasceu em 1966

Claudio Miyake se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PSDB2012PSDB2016PSDB2018PSDB2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PSDB (2008–2018), PSD (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMPSDBPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, vereador, cor amarela. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55123· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PSDB 45777· direita
    suplente21.669 votos; 213º mais votado de 1.959 no estado
  3. 2016
    PSDB 45123· centro-direita
    eleito2.836 votos
  4. 2012
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Dr. Claudio Miyake
    eleito3.181 votos
  5. 2008
    PSDB 45800· centro-direita
    suplente2.632 votos
  6. 2004
    DEM 25800· direita· na urna, Dr. Claudio Miyake
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Claudio Miyake teve 21.669 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 213º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 447 cidades. São Paulo deu 33,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,4%.

21.669 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 21.669 votos.
  1. São Paulo (SP)7.316 votos33,8%
  2. Mogi das Cruzes (SP)4.802 votos22,2%
  3. Campinas (SP)569 votos2,6%
  4. Santos (SP)534 votos2,5%
  5. Suzano (SP)346 votos1,6%
  6. Outras 432 cidades5.767 votos26,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Claudio Miyake declarou R$ 902,8 mil em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 902,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 628.500 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Claudio MiyakeR$ 902,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 902,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. em Mogi das CruzesR$ 802,3 mil
    Apartamento
  2. veículo Suzuki CrossR$ 61,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. em poder do declaranteR$ 28,7 mil
    Dinheiro em espécie
  4. quotas do capital social da empresa Miyake OdontologiaR$ 7.182
    Outros bens e direitos
  5. quotas na empresa Miyake Promoçoes s/c LtdaR$ 3.591
    Outros bens e direitos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Claudio Miyake declarou ao TSE R$ 551 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 166 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Mogi das Cruzes (SP) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 41,8 mil
63% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,8 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 26,4 mil63,2%
  2. PessoasR$ 12,6 mil30,1%
  3. Próprio bolsoR$ 2.8306,8%

Para onde foi

R$ 21,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,2 mil.
  1. PessoalR$ 14,9 mil70,5%
  2. InternetR$ 2.26410,7%
  3. Material impressoR$ 1.8828,9%
  4. ServiçosR$ 1.4156,7%
  5. TransporteR$ 4252%
  6. EscritórioR$ 2731,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Mogi das Cruzes (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 57,9 por voto. Quem venceu, Clodoaldo De Moraes, gastou R$ 30,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 217; o mais barato, R$ 30,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 236 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.