Apuração
Vereador · 2008 · PODE

Doutor Claudio Faccioli

Claudio Faccioli · nasceu em 1940

Doutor Claudio Faccioli se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PL2008PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2002–2004), PODE (2008).

Dep. federalVereadorPartidoPLPODE2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 68 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Leme (SP)
    PODE 19999· centro-direita
    não eleito
  2. 2004
    Vereador · Leme (SP)
    PL 22222· direita· na urna, Dr Claudio
    não eleito1.412 votos
  3. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PL 2258· direita· na urna, Dr. Claudio
    suplente9.042 votos; 231º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Doutor Claudio Faccioli teve 9.042 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 231º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 210 cidades. Leme deu 79,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,2%.

9.042 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.042 votos.
  1. Leme (SP)7.168 votos79,3%
  2. São Paulo (SP)512 votos5,7%
  3. Mogi das Cruzes (SP)254 votos2,8%
  4. Santa Cruz da Conceição (SP)78 votos0,9%
  5. Araras (SP)63 votos0,7%
  6. Outras 195 cidades617 votos6,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Doutor Claudio Faccioli declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 585.400 na declaração)

Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Doutor Claudio FaccioliR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Prédio residencial rua querubino soeiro 455R$ 566,2 mil
    Imóveis
  2. Apartemento 82R$ 296,6 mil
    Imóveis
  3. Disponibilidades financeirasR$ 242,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Prédio comercialR$ 161,8 mil
    Imóveis
  5. Veículo fiat pálio modelo 2008R$ 80,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. 1/3 Parte prédio residencial na rua joão selymesR$ 72,8 mil
    Imóveis
  7. Veículo VW golf modelo 2001R$ 70,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. Dois lotes de terrenoR$ 53,9 mil
    Imóveis
  9. Lote de terreno praia do sonho frente rua santo antonioR$ 27 mil
    Imóveis
  10. Quotas sociais faccioli advogados associadosR$ 6.471
    Empresas e participações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Doutor Claudio Faccioli declarou ao TSE R$ 124 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 52 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Leme (SP) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 45,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 45,8 mil.
  1. EmpresasR$ 21,4 mil46,8%
  2. Próprio bolsoR$ 16,1 mil35,1%
  3. PessoasR$ 8.03217,6%
  4. PartidoR$ 2460,5%

Para onde foi

R$ 45,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 45,8 mil.
  1. Material impressoR$ 41,8 mil91,3%
  2. OutrosR$ 1.3983,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2052,6%
  4. ServiçosR$ 1.2052,6%
  5. EscritórioR$ 1870,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Leme (SP), 2008

Doutor Claudio Faccioli: R$ 155 por voto (mediana da disputa, R$ 33,2). Quem venceu, Juninho Da Prefeitura, gastou R$ 6,45 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 6,45.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Doutor Claudio Faccioli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 6,5 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 174 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.