Apuração
Deputado federal · 2006 · PT

Scholtão

Carlos Alberto Castanho Scholtao · nasceu em 1953

Scholtão se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadorPartidoPT200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 53 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso
    PT 1338· centro-esquerda
    suplente1.698 votos; 57º mais votado de 92 no estado
  2. 2004
    Vereador · Sinop (MT)
    PT 13838· centro-esquerda· na urna, Dr. Scholtão
    não eleito
  3. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso
    PT 1323· centro-esquerda· na urna, Dr. Carlos Scholtao
    suplente3.207 votos; 30º mais votado de 63 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Scholtão teve 1.698 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 92 candidatos.

Recebeu votos em 47 cidades. Sinop deu 41,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,9%.

1.698 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.698 votos.
  1. Sinop (MT)703 votos41,4%
  2. Peixoto de Azevedo (MT)276 votos16,3%
  3. Sorriso (MT)230 votos13,5%
  4. Cuiabá (MT)82 votos4,8%
  5. Vila Rica (MT)44 votos2,6%
  6. Outras 32 cidades104 votos6,1%
As outras 1 eleições para deputado
3.207 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.207 votos.
  1. Sorriso (MT)844 votos26,3%
  2. Sinop (MT)825 votos25,7%
  3. Peixoto de Azevedo (MT)201 votos6,3%
  4. Guarantã do Norte (MT)147 votos4,6%
  5. Terra Nova do Norte (MT)144 votos4,5%
  6. Outras 75 cidades397 votos12,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Scholtão declarou R$ 692,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 692,5 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 232.215 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso em 2006.

  • ScholtãoR$ 692,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 259,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 692,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Casa ResidencialR$ 193,8 mil
    Imóveis
  2. ApartamentoR$ 178,9 mil
    Imóveis
  3. 52 Vacas deixada em pasto arrendadoR$ 92,4 mil
    Bens rurais e animais
  4. Valor que se encontra em disponibilidade com terceirosR$ 74,6 mil
    Outros
  5. Casa de AlvenariaR$ 65,6 mil
    Imóveis
  6. Casa de MadeiraR$ 20,9 mil
    Imóveis
  7. Titulo Público CAT. Ouro clube comercialR$ 20,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Automóvel VW/ GOLR$ 17,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  9. Terreno UrbanoR$ 14,9 mil
    Imóveis
  10. Depósito em Conta CorrenteR$ 12 mil
    Dinheiro e aplicações
  11. Depósito Banco do BrasilR$ 719
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Scholtão declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Sinop (MT) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 22,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14 mil62,9%
  2. PartidoR$ 6.30728,3%
  3. PessoasR$ 1.9558,8%

Para onde foi

R$ 22,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,3 mil.
  1. TransporteR$ 13,8 mil62%
  2. Material impressoR$ 8.26237,1%
  3. EscritórioR$ 2020,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Sinop (MT), 2004

Mediana da disputa: R$ 69,6 por voto. Quem venceu, Gilson De Oliveira, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 141 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.