Dr. Carlos Cesar
Carlos Cesar Carvalho Machado · nasceu em 1966
Dr. Carlos Cesar se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PP (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Carlos Cesar declarou R$ 865,5 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Carlos Cesar declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cabo Frio (RJ) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.75049,2%
- PessoasR$ 5.90433,2%
- EmpresasR$ 2.24112,6%
- PartidoR$ 8925%
Para onde foi
- OutrosR$ 9.11151,2%
- Material impressoR$ 8.44547,5%
- EscritórioR$ 2331,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cabo Frio (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 32,3 por voto. Quem venceu, Marcello Corrêa, gastou R$ 13,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 81; o mais barato, R$ 13,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Acyr Rocha PSDBR$ 177 mil · 2.185 votosR$ 81
- Marcelo Secaf AVANTER$ 28 mil · 447 votosR$ 62,8
- Dr. Alfredo Gonçalves CIDADANIAR$ 163 mil · 3.457 votosR$ 47,2
- Fernando Do Comilão PSDBR$ 113 mil · 2.531 votosR$ 44,6
- Emanoel Fernandes PSCR$ 48 mil · 1.260 votosR$ 38,4
- Aires Bessa PSDBR$ 107 mil · 3.323 votosR$ 32,3
- Zé Ricardo PPR$ 44 mil · 1.685 votosR$ 26,2
- Luis Geraldo CIDADANIAR$ 53 mil · 2.302 votosR$ 23,1
- Dr Taylor MDBR$ 30 mil · 1.403 votosR$ 21,5
- Silas Bento PSDBR$ 77 mil · 4.044 votosR$ 19,1
- Marcello Corrêa MDBR$ 25 mil · 1.809 votosR$ 13,6
Votos por real
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 907 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.