Dr. Carlos Camal
Carlos Alberto Matias de Lima · nasceu em 1951
Dr. Carlos Camal se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2012–2014), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · Rio Grande do NortePRP 4444· direita· na urna, Dr Carlos Camalsuplente2.008 votos; 40º mais votado de 83 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Dr. Carlos Camal teve 2.008 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 40º lugar entre 83 candidatos.
Recebeu votos em 136 cidades. Natal deu 47,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr. Carlos Camal declarou R$ 446,8 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 403 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Dr. Carlos CamalR$ 446,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr. Carlos Camal declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Natal (RN) · PSDB · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 2.26769,4%
- Outros candidatosR$ 1.00130,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.26769,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 64819,8%
- Material impressoR$ 35310,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 35,7 por voto. Quem venceu, Raniere Barbosa, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,2; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eriko Jácome PODER$ 245 mil · 2.577 votosR$ 95,2
- Rochinha PSDR$ 166 mil · 2.245 votosR$ 73,9
- Eduardo Machado CIDADANIAR$ 170 mil · 3.002 votosR$ 56,5
- Wilma De Faria AVANTER$ 244 mil · 4.421 votosR$ 55,1
- Fernando Lucena PTR$ 135 mil · 2.495 votosR$ 53,9
- Felipe Alves MDBR$ 179 mil · 4.511 votosR$ 39,7
- Ana Paula DCR$ 195 mil · 5.465 votosR$ 35,7
- Julia Arruda PDTR$ 196 mil · 5.765 votosR$ 34,1
- Eudiane Macedo SOLIDARIEDADER$ 150 mil · 4.922 votosR$ 30,5
- Carla Dickson Oftalmologista PROSR$ 183 mil · 7.924 votosR$ 23
- Raniere Barbosa PDTR$ 204 mil · 10.510 votosR$ 19,4
- Amanda Gurgel PSTUR$ 144 mil · 8.002 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 2.008 votos por R$ 1.000, 22 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.