Apuração
Deputado federal · 2014 · PSC

Dr. Boni

Antonio Oliboni · nasceu em 1957

Dr. Boni se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002AVANTE2014PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: AVANTE (2002), PSC (2014).

Dep. federalDep. estadualPartidoAVANTEPSC2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 57 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSC 2020· direita
    suplente37.136 votos; 76º mais votado de 620 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    AVANTE 70654· centro-direita· na urna, Boni
    suplente13.006 votos; 161º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dr. Boni teve 37.136 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 674 cidades. Sete Lagoas deu 16,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 58,5%.

37.136 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 37.136 votos.
  1. Sete Lagoas (MG)6.238 votos16,8%
  2. Juiz de Fora (MG)4.013 votos10,8%
  3. Belo Horizonte (MG)3.895 votos10,5%
  4. Pará de Minas (MG)1.222 votos3,3%
  5. Santa Luzia (MG)913 votos2,5%
  6. Outras 659 cidades15.416 votos41,5%
As outras 1 eleições para deputado
13.006 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 13.006 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)3.247 votos25%
  2. Campos dos Goytacazes (RJ)2.832 votos21,8%
  3. Paraty (RJ)1.063 votos8,2%
  4. Niterói (RJ)608 votos4,7%
  5. Maricá (RJ)574 votos4,4%
  6. Outras 68 cidades1.579 votos12,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dr. Boni declarou R$ 3,6 mi em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 3,6 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.835.340 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2014.

  • Dr. BoniR$ 3,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 193,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Um terreno joinvelle/scR$ 969,6 mil
    Terreno
  2. Imovel no rio de janeiro/rjR$ 755,7 mil
    Apartamento
  3. 229.400 Quotas sociedade de advogadosR$ 444,8 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. 03 Imoves em joinville/scR$ 387,8 mil
    Terreno
  5. Imovel em buzios/rjR$ 387,8 mil
    Casa
  6. Jetta ano 2013R$ 193,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Banco 745R$ 192,9 mil
    Conta corrente no país
  8. Conta corrente 341R$ 124 mil
    Conta corrente no país
  9. Banco 341R$ 98,3 mil
    Caderneta de poupança
  10. Banco 237R$ 4.103
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Boni declarou ao TSE R$ 3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 2,8 milhões, 31% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Minas Gerais · PSC · suplente

De onde veio

R$ 2,8 mi
31% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,8 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 1 mi37%
  2. EmpresasR$ 132,5 mil4,7%
  3. PessoasR$ 922< 0,1%

Para onde foi

R$ 3,2 mi
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,2 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal284 pessoas, não nomeadasR$ 706,5 mil22,2%
  2. TransporteR$ 40,6 mil1,3%
  3. EscritórioR$ 35,8 mil1,1%
  4. ServiçosR$ 922< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 388; o mais barato, R$ 20,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 15 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 74 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.