Apuração
Deputado estadual · 2018 · PRP

Dr. Beraldo

Jose Beraldo · nasceu em 1954

Dr. Beraldo se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2018PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002), PRP (2018).

Dep. estadualPartidoPDTPRP’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 64 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PRP 44567· direita
    não eleito2.721 votos; 631º mais votado de 1.959 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PDT 12222· centro-esquerda· na urna, José Beraldo
    suplente3.662 votos; 565º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Dr. Beraldo teve 2.721 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 631º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 92 cidades. Mogi das Cruzes deu 66,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,6%.

2.721 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.721 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)1.795 votos66%
  2. São Paulo (SP)232 votos8,5%
  3. São Bernardo do Campo (SP)86 votos3,2%
  4. Biritiba Mirim (SP)75 votos2,8%
  5. Suzano (SP)65 votos2,4%
  6. Outras 77 cidades200 votos7,4%
As outras 1 eleições para deputado
3.662 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.662 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)2.074 votos56,6%
  2. São Paulo (SP)635 votos17,3%
  3. Suzano (SP)76 votos2,1%
  4. Guarulhos (SP)64 votos1,7%
  5. Biritiba Mirim (SP)26 votos0,7%
  6. Outras 229 cidades600 votos16,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Dr. Beraldo declarou R$ 364,2 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 364,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 239.310 na declaração)

Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2018.

  • Dr. BeraldoR$ 364,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 44,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 969,5 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 364,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Casa e respectivo terrenoR$ 159,8 mil
    Casa
  2. Veiculo marca citroen modelo aircorss 1.6 glx 16VR$ 101,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. 50% De um apartamento municipio de mogi das cruzesR$ 31,5 mil
    Apartamento
  4. 50% De uma casa no municipio de mogi das cruzesR$ 20,2 mil
    Casa
  5. Consorcio porto seguro-veiculo golR$ 16,1 mil
    Consórcio não contemplado
  6. 50% De um terreno municipio biritiba-mirim 2.480R$ 13,8 mil
    Terreno
  7. 50% De um terreno municipio biritiba-mirim 2.640R$ 13,8 mil
    Terreno
  8. C/c banco do brasilR$ 7.476
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Beraldo declarou ao TSE R$ 87 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 50 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · São Paulo · PRP · não eleito

De onde veio

R$ 50 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 32,9 mil65,8%
  2. Próprio bolsoR$ 16,7 mil33,4%
  3. VaquinhaR$ 4070,8%

Para onde foi

R$ 70,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 70,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal25 pessoas, não nomeadasR$ 26,7 mil37,9%
  2. EscritórioR$ 1.1351,6%
  3. ServiçosR$ 5880,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 5790,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Daniel José, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 8,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 39 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 98 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.