Dr. Antonio Henrique
Antonio Henrique Bogiani · nasceu em 1979
Dr. Antonio Henrique disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Bilac (SP)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 29 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Antonio Henrique declarou R$ 105,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dr. Antonio HenriqueR$ 105,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dr. Antonio Henrique declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Bilac (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.60690,1%
- PartidoR$ 1779,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.01757,3%
- TransporteR$ 32418,3%
- OutrosR$ 31117,5%
- EscritórioR$ 1236,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Bilac (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 21,2 por voto. Quem venceu, Mané Da Lagoa, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 247; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bolivar Melhado PLR$ 4,2 mil · 17 votosR$ 247
- Nina DEMR$ 15 mil · 77 votosR$ 193
- Ze Panassi PSDBR$ 3,7 mil · 163 votosR$ 23
- Demazinho DEMR$ 2,7 mil · 119 votosR$ 22,7
- Gilberto Gaúcho PSDBR$ 6,3 mil · 278 votosR$ 22,6
- Edimar PSDBR$ 3,6 mil · 164 votosR$ 21,7
- Ocimar MDBR$ 8,8 mil · 413 votosR$ 21,2
- Zé Toto PTBR$ 5,1 mil · 271 votosR$ 19
- Ivo Do Cartório DEMR$ 3,1 mil · 200 votosR$ 15,5
- Carlito PTBR$ 3,2 mil · 244 votosR$ 13,3
- Mi Da Farmacia PSDBR$ 3,4 mil · 312 votosR$ 10,7
- Mané Da Lagoa PSDBR$ 2,7 mil · 265 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.