Apuração
Vereador · 2024 · PSDB

Fisioterapeuta Dr Alexandre

Alexandre Rodrigues Carlos · nasceu em 1977

Fisioterapeuta Dr Alexandre se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PP2020PSDB2024PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2024.

Passou por 3 partidos: PDT (2012), PP (2016), PSDB (2020–2024).

VereadorPartidoPDTPPPSDB2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, superior completo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Brasilândia (MS)
    PSDB 45678· centro-direita
    eleito296 votos
  2. 2020
    Vereador · Brasilândia (MS)
    PSDB 45888· centro-direita· na urna, Dr Alexandre
    suplente136 votos
  3. 2016
    Vereador · Brasilândia (MS)
    PP 11111· direita· na urna, Dr Alexandre
    eleito523 votos
  4. 2012
    Vereador · Brasilândia (MS)
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Dr Alexandre
    eleito377 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Fisioterapeuta Dr Alexandre declarou R$ 339,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 339 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 339,5 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 307.331 na declaração)

Declarou 8,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • Fisioterapeuta Dr AlexandreR$ 339,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 339,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Imóvel residencial em alvenariaR$ 176,8 mil
    Casa
  2. Automóvel Toyota Corolla XRSR$ 77,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Disponibilidade financeira em poder do declaranteR$ 55,2 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Aplicaçãoes em Mercado BitcoinR$ 15,4 mil
    Outras aplicações
  5. Saldo depositado em conta corrente Banco do BrasilR$ 7.166
    Conta corrente no país
  6. Saldo depositado na conta corrrente Banco Sicredi S/AR$ 4.559
    Conta corrente no país
  7. Conta capital do Sicredi S/AR$ 3.094
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Fisioterapeuta Dr Alexandre declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Brasilândia (MS) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 2.220
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.220
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.220. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1145,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Brasilândia (MS), 2024

Mediana da disputa: R$ 81,1 por voto. Quem venceu, Juliane Do Porto, gastou R$ 31,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 708; o mais barato, R$ 31,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jhenifer Ragnaroni PSDBR$ 29 mil · 41 votosR$ 708
  • Marcelo Da Capoeira MDBR$ 8,7 mil · 30 votosR$ 292
  • Professora Marislei MDBR$ 8,7 mil · 43 votosR$ 203
  • Selma Alquaz MDBR$ 20 mil · 104 votosR$ 189
  • Bicá Da Debrasa MDBR$ 8,7 mil · 52 votosR$ 168
  • Patricia Do Banco PPR$ 18 mil · 113 votosR$ 158
  • Quinca Da Fenix PPR$ 15 mil · 186 votosR$ 81,1
  • Jo Silva PSDBR$ 22 mil · 274 votosR$ 79,8
  • Adilson Galdino MDBR$ 8,7 mil · 165 votosR$ 53
  • Sergio Abreu MDBR$ 8,7 mil · 252 votosR$ 34,7
  • Dr José Ricardo MDBR$ 15 mil · 430 votosR$ 34,1
  • Juliane Do Porto MDBR$ 12 mil · 383 votosR$ 31,4

Votos por real

  • 2024, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 8 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.