Dr. Alessandro Grimauth
Alessandro Silva Grimauth · nasceu em 1973
Dr. Alessandro Grimauth se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, médico, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr. Alessandro Grimauth declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Alessandro Grimauth declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Iguaba Grande (RJ) · PV · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.59158,8%
- Próprio bolsoR$ 1.81241,2%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 1.45733,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Iguaba Grande (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 39,5 por voto. Quem venceu, Alexandre Da Farmácia, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.109; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rogério PDTR$ 14 mil · 13 votosR$ 1.109
- Tikinho - Adriano Mairink PPR$ 28 mil · 513 votosR$ 55,2
- Ailton Izaias REDER$ 6 mil · 112 votosR$ 53,5
- Zé Da Água Viva PSBR$ 12 mil · 237 votosR$ 50
- Marciley De Baíco PDTR$ 14 mil · 337 votosR$ 42,3
- Marcelo Durão PVR$ 12 mil · 297 votosR$ 39,5
- Leandro Big Oferta PDTR$ 6,3 mil · 163 votosR$ 38,7
- Dr. Ciambarella PPR$ 9,6 mil · 288 votosR$ 33,4
- Vitor Medeiros (Vitinho) MDBR$ 8,9 mil · 365 votosR$ 24,3
- Jeffinho AGIRR$ 7,9 mil · 410 votosR$ 19,4
- Alexandre Da Farmácia PSBR$ 11 mil · 545 votosR$ 19,3
Votos por real
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.