Apuração
Vereador · 2020 · PL

Dr Luciano

Luciano Carvalho Dias · nasceu em 1975

Dr Luciano se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2016MDB2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSOL (2010), MDB (2016), PL (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPSOLMDBPL201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Fronteira (MG)
    PL 22580· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Fronteira (MG)
    MDB 15555· centro-direita· na urna, Dr. Luciano
    suplente177 votos
  3. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSOL 5040· esquerda· na urna, Doutor Luciano Dias
    não eleito983 votos; 317º mais votado de 524 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Dr Luciano teve 983 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 317º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 75 cidades. Frutal deu 47,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,8%.

983 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 983 votos.
  1. Frutal (MG)468 votos47,6%
  2. Uberlândia (MG)107 votos10,9%
  3. Fronteira (MG)77 votos7,8%
  4. Juiz de Fora (MG)67 votos6,8%
  5. Belo Horizonte (MG)37 votos3,8%
  6. Outras 60 cidades100 votos10,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Dr Luciano declarou R$ 4,5 mi em bens, em reais de hoje: 209 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2010 e 2020, o total subiu R$ 4,3 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4,5 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.132.000 na declaração)

Declarou 209 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Dr LucianoR$ 4,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. 66 ha (espolio do falecimento do pai)R$ 2,9 mi
    Terra nua
  2. rua das orquideas n.53R$ 1,1 mi
    Casa
  3. 100 cabeças de gadoR$ 430,9 mil
    Rebanho e animais
  4. GM montana ano 2006R$ 46 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr Luciano declarou ao TSE R$ 84 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 72 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Fronteira (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 1.810
14% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.810.
  1. Próprio bolsoR$ 1.55085,6%
  2. Outros candidatosR$ 26014,4%

Para onde foi

R$ 1.543
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.543.
  1. Material impressoR$ 1.38089,4%
  2. EscritórioR$ 16310,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Fronteira (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 47,8 por voto. Quem venceu, Dunga, gastou R$ 9,84 por voto. O voto mais caro custou R$ 885; o mais barato, R$ 9,84.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Andreza Rezende PPR$ 3,5 mil · 4 votosR$ 885
  • Djalva Do Vovô Paraíba PPR$ 3,5 mil · 9 votosR$ 393
  • Jéssica Veraldi PPR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 236
  • Aldo Faitarone Preto PPR$ 3,6 mil · 20 votosR$ 182
  • Michelle Do Aredis PPR$ 3,5 mil · 40 votosR$ 88,5
  • William Do Cleiton MDBR$ 14 mil · 221 votosR$ 65
  • Elieser Da Farmácia PPR$ 3,5 mil · 74 votosR$ 47,8
  • Eledir Matos (Gato) PSDR$ 4,4 mil · 190 votosR$ 23,4
  • Estenio Ferreira Basalia PPR$ 6,8 mil · 372 votosR$ 18,3
  • Carlinho Mamed PSDR$ 4 mil · 353 votosR$ 11,4
  • Osmar Baianinho PPR$ 5,2 mil · 493 votosR$ 10,5
  • Dunga PSDR$ 3,7 mil · 376 votosR$ 9,84

Votos por real

  • 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 14 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.