Dr. Guilherme
Guilherme Henrique Maia Vieira · nasceu em 1969
Dr. Guilherme se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Guilherme declarou R$ 520,4 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dr. GuilhermeR$ 520,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Um apartamento financiadoR$ 350,5 milImóveis
- Um veículo fiat hondaR$ 91,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um veículo fiestaR$ 67,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um veículo golR$ 10,8 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Guilherme declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ilhabela (SP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ilhabela (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 99,5 por voto. Quem venceu, Keko, gastou R$ 160 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.366; o mais barato, R$ 17,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renato Marinheiro PLR$ 67 mil · 49 votosR$ 1.366
- Elias MDBR$ 17 mil · 81 votosR$ 211
- Marcio Garcia PTBR$ 61 mil · 364 votosR$ 167
- Keko PTBR$ 45 mil · 282 votosR$ 160
- Marcio Escrivão MOBILIZAR$ 17 mil · 124 votosR$ 138
- Professora Dita PTBR$ 26 mil · 250 votosR$ 103
- Marcelo Freitas DEMR$ 9 mil · 90 votosR$ 99,5
- Alexandre PDTR$ 12 mil · 119 votosR$ 98,2
- Anselmo Do Pt PTR$ 8,6 mil · 141 votosR$ 61
- Maria Inez Fazzini PSDBR$ 6,5 mil · 245 votosR$ 26,7
- Marcelo CIDADANIAR$ 7,9 mil · 314 votosR$ 25,1
- Valdir Do Bexiga PDTR$ 5,3 mil · 305 votosR$ 17,5
Votos por real
- 2008, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.